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Quinta-feira, Julho 25, 2024

CDU: alerta sobre dificuldades de acesso às refeições escolares

Economia

O grupo municipal da CDU tem recebido várias queixas por parte dos encarregados de educação que não conseguem aceder ao Sistema Integrado de Gestão e Aprendizagem (SIGA).

A plataforma digital de gestão educativa com várias valências, entre as quais, a aquisição de refeições escolares, pode não estar a responder aos pedidos dos encarregados de educação. O alerta da CDU tem justificação, por um lado, por não ser “uma situação nova” uma vez que o acesso e o manuseamento da tecnologia associada a este ser limitado por situações não previstas, como no em caso em que há dívidas por liquidar.

“Recordamos que na reunião de Câmara Municipal, de 6 de Julho, na parte dedicada ao público, se assistiu a uma intervenção de um encarregado de educação que expunha esta dificuldade” – constata o grupo municipal da CDU.

Lembra que “o cidadão afirmou que o processo de aquisição das refeições escolares implementado pelo Município não teria sido bem trabalhado por escassez de informação e as formas de pagamento muito reduzidas, não existindo a possibilidade de ser pagas nas secretarias das escolas”.

A CDU recorda também a informação dada na ocasião por Adelina Pinto: “a senhora vereadora da educação afirmou que estava a ser preparada a migração para uma nova plataforma, que estaria quase concluída”.

Sobre o pagamento em numerário os encarregados de educação teriam que se deslocar à Câmara Municipal de Guimarães (CMG) para efectuar o pagamento, havendo aí funcionários para ajudar a manusear a plataforma.

“É da responsabilidade da Câmara Municipal de Guimarães a gestão de refeitórios e fornecimento de refeições; faz parte do compromisso assumido o objectivo de tornar credível e de confiança o serviço de refeições prestado, assim como, gerir e averiguar possíveis reclamações; assim, o grupo municipal da CDU questiona o executivo da Câmara Municipal de Guimarães sobre as dificuldades na aquisição de refeições escolares”.

E coloca um conjunto de perguntas para as quais espera resposta.

  • Houve crianças a ficarem sem a refeição escolar devido a problemas logísticos? Se sim, quantas?
  • Quantos encarregados de educação se vêem obrigados a deslocar-se à Câmara Municipal de Guimarães para resolver a dificuldade na aquisição de refeições escolares?
  • Quantos casos existem de dívidas acumuladas?
  • Os serviços prestados nas instalações da CMG para regularizar a situação vão ser reforçados para dar uma resposta célere aos encarregados de educação que têm que se deslocar às instalações do Município?
  • A nova plataforma já entrou em funcionamento? Caso a resposta seja negativa, quando se prevê que entre em funcionamento?
  • Tenciona o executivo camarário passar para as escolas esta responsabilidade, facilitando a comunicação dos encarregados de educação e a aprendizagem, nem que seja de forma temporária?

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