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Terça-feira, Julho 23, 2024

Iluminação pública: cidade com lâmpadas apagadas

Economia

Há um imenso rol de ruas da cidade com iluminação deficiente ou inexistente. O assunto foi tratado na última reunião de Câmara, pelo vereador Hugo Ribeiro, depois de ter tido conhecimento da denúncia feita pela união de freguesias da Oliveira, São Paio e São Sebastião.

A vereadora do departamento de Serviços Urbanos e Ambiente, Sofia Ferreira, admitiu que a substituições das lâmpadas apagadas estaria por dias.

E não seria tarefa para um dia porque a lista é extensa e tem data de Setembro de 2023 quando a união de freguesias enviou o pedido a solicitar uma acção sobre “as lâmpadas apagadas, no centro da cidade”.

A situação para a união de juntas de freguesia da cidade repete-se porque iguais apelos foram feitos anteriormente. “Mas só foram reparados dois pontos de luz” – lê-se na carta daquela autarquia local.

Naquele rol, são descritos “os candeeiros apagados”, por exemplo, na rua Gil Vicente, merecem atenção todos “os do lado direito, para quem desce”. Na zona pedonal do estádio, “há cerca de 17 candeeiros sem luz há mais de seis meses”.

A descrição, elenca ruas da Atouguia, sem luz pública há quatro meses, na alameda de São Dâmaso, largo do Toural, largo da Republica do Brasil, onde “a estátua do Conde Arnoso está sem luz há oito meses”.

© Direitos Reservados

A junta de freguesia, das autarquias da cidade, é pormenorizada, num trabalho “ponto por ponto”, quantificando o número candeeiros apagados. E que “a queixa” também chegou à E-Redes.

Rui Porfírio, presidente das freguesias, enviou até um mapa sublinhando os pontos onde não há luz pública.

Já em Julho deste ano, noutra carta enviada para a Câmara a mesma situação foi reportada para 144 pontos de lâmpadas puramente apagadas.

O vereador do PSD, Hugo Ribeiro, defendeu, entretanto, na reunião do executivo camarário que “a iluminação pública nas cidades é um aspecto fundamental da segurança, pelo que se acontece uma avaria ou se uma lâmpada se funde, aquilo que os munícipes esperam da Câmara é que haja uma intervenção rápida. Estamos aqui a falar de dois ou três dias, uma semana já seria muito tempo na maior parte dos casos, mas ainda se pode aceitar, considerando que há avarias mais graves”.

Acrescenta ser “intolerável que uma zona do centro urbano desta cidade, como é o caso do largo da Hortas, esteja sem iluminação pública desde Maio”.

Interroga-se “uma questão prosaica como a troca de umas lâmpadas tenha que ser debatida numa reunião de Câmara”.

“A sustentabilidade das iluminárias é uma questão que a Câmara equaciona com a E-Redes” – defendeu Sofia Ferreira. E adianta “o reforço que está a ser feito na iluminação pública, algo que nos preocupa imenso”.

Face ao contrato de concessão, a Câmara entende que é à E-Redes que compete a substituição das lâmpadas.

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