ATP: Mário Jorge Machado reeleito presidente

Dar visibilidade à fileira têxtil e aumentar a competitividade com diferenciação de produtos e serviços constam da agenda para o mandato.


O actual presidente e administrador da Estamparia Adalberto, foi reeleito como presidente da direcção da ATP para o período 2022-24. Tem como vice-presidentes os representantes da Idepa, Eduardo Moura e Sá, da TMG, Isabel Gonçalves Furtado, da Lipaco, Jorge Pereira e da Fortiustex, José Guimarães.

Foram eleitos como vogais da direcção os representantes da LMA (Alexandra Pinho) Têxteis J.F. Almeida (Joaquim Almeida) Pedrosa & Rodrigues (Miguel Pedrosa Rodrigues) A. Ferreira & Filhos (Nöel Ferreira) Somelos (Paulo Melo) Tintex (Ricardo Silva) e da Felpinter (Rui Teixeira).

Para a assembleia geral foram eleitos António Falcão, em representação da Têxtil António Falcão que é o presidente e Constantino Silva, da Lantal Textiles, como vice-presidente; António Cunha (Orfama) é o secretário.

Ana Júlia Furtado (A. Sampaio & Filhos) é a presidente do Conselho Fiscal. E são vogais José Cardoso (O Segredo do Mar), Pedro Alves Pereira (Alves Pereira Tapeçarias).

Alberto Castro, Alberto Paccanelli, António Amorim, António Saraiva, Carlos Vieira, Daniel Agis, Fátima Antunes (Lasa), Fernando Ferreira, João Costa, José Manuel Castro, João Peres Guimarães, José Alexandre Oliveira, Luís Miguel Ribeiro, Luís Mira Amaral, Miguel Coelho Lima (Lameirinho), Pedro Ferraz da Costa, Pedro Siza Vieira, Rui Miguel, Sérgio Neto e Vítor Abreu (Endutex) formam o conselho consultivo.

📸 Direitos Reservados

A candidatura dos actuais corpos sociais da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) apostou no mote “Reinventar o sector, construir um futuro sustentável”, nos próximos três anos.

As prioridades para a sua acção à frente da ATP estão definidas. E assentam na luta pela defesa dos interesses do sector e das suas empresas, particularmente na melhoria das suas condições de competitividade, através dos modernos factores críticos de competitividade, indispensáveis à diferenciação dos produtos e serviços, em concorrência global, algo nem sempre bem compreendido e promovido pelo poder político, quase sempre desvalorizando o papel económico e social das empresas e dos empresários;

Acentuam ainda ir prosseguir o esforço de dar visibilidade à fileira têxtil e da moda portuguesa, no país e no exterior, enquanto sector estratégico para o país, paradigma de inovação e modernidade na tradição, e igualmente fundamental para o equilíbrio da balança comercial;

A nível interno, a direcção vai reforçar a proximidade da associação aos associados e o seu papel estruturante em toda fileira têxtil, promover a contratação colectiva com o objectivo de assegurar a paz social e o desenvolvimento sustentado, com uma melhor e mais equilibrada partilha de benefícios, que só o decorrente aumento da produtividade do trabalho e dos restantes recursos pode proporcionar;

Desenvolver os projectos que possibilitem a realização da missão e objectivos consignados à ATP, particularmente aqueles que terão de estar alinhados com a estratégia da União Europeia, em que prevalecerão as iniciativas destinadas à descarbonização e transição energética, à sustentabilidade e circularidade, à digitalização, à capacitação, à inovação produtiva e à internacionalização das actividades, são também objectivos assumidos.

📸 José Gageiro

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