Folclore: seis grupos no festival de São Torcato

Começou há 60 anos, juntou grupos de folclore de Portugal e de excelência e tornou-se internacional, ganhando fama e prestígio.


O festival folclórico de São Torcato tem vários registos na sua história. Abriu as portas da internacionalização da cultura ao exibir tradições de países europeus, foi pioneiro em aliar o festival propriamente dito com outras iniciativas musicais.

Chegou mesmo a ser cartaz turístico e cultural, com inúmeras referências na imprensa escrita e na televisão, marcando o encontro de culturas entre povos e regiões de Portugal e do Mundo. 

Raramente fugindo do seu ex-libris – o Terreiro de São Torcato – o festival teve quase sempre como pano de fundo o frondoso Mosteiro quer se realizasse, à tarde ou à noite.

Tornou-se depois internacional, apostando em grupos da Europa e de fora da Europa, algum tempo depois de firmar uma aliança com grupos da Galiza. A Espanha apadrinhou esta internacionalização com o folclore galego, alegre, vibrante e dançado ao som das gaitas de foles e da pandereta e pandeira galega. 

A história não se perde, ainda que se escondam os seus protagonistas e, hoje, o festival de folclore não sendo sombra do passado é fruto da contingência cultural e dos tempos em que vivemos. 

📸 Direitos Reservados

Foi inicialmente organizado por uma comissão de torcatenses, depois foi actividade principal do Grupo Folclórico de São Torcato que, mais tarde, e a espaços, partilhou a sua organização com o Grupo Folclórico da Corredoura, em nome da união da freguesia.

Volta, no próximo Sábado, à noite, depois da pandemia, com quatro grupos nacionais, um mexicano e o grupo organizador. Meia dúzia de grupos numa retoma de uma tradição à procura de um novo fôlego e de maior arrojo que o distinguiu no passado como o melhor do género na região e um dos melhores a nível nacional.

O Grupo Pauliteiros Mirandeses de Palaçoulo – Miranda do Douro – é, não apenas a referência desta edição, mas um dos grupos contemporâneos do grupo de São Torcato, na época áurea do folclore português.

Outros participantes nesta edição são: o Rancho Paroquial de Guifões de Matosinhos, o Rancho da Casa do Minho, em Lisboa, o Rancho Folclórico de Zebreiros, de Gondomar e um grupo mexicano, para além do anfitrião e organizador.

📸 GA!

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