João Salazar
22 anos. Estudante de Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Vice-Presidente da Associação Tuna Académica do IPCA. Natural de Guimarães. Forte gosto pela música e desporto.

Vandalismos do passado com olhos postos no futuro

É com os olhos do passado que pensamos no presente e futuro. O nosso trabalho de construção de sociedade, deve basear-se em todas as experiências de vida que os tempos nos foram trazendo.

Experiências que nos trazem recordações enriquecidas de história, cultura e orgulho. Falo no exemplo de D. Afonso Henriques. O nosso primeiro rei, que dá o prestígio da nossa maravilhosa cidade de Guimarães. Uma cidade histórica, lendária e senão fosse ela o ponto de partida e o berço do nosso Portugal.

Foi com o erguer da sua espada que construiu o país que hoje chamamos de Portugal.

Foi com o erguer da sua espada que construiu o país que hoje chamamos de Portugal. Esta reflexão deve ser feita por aqueles que por momentos se esqueceram de que algo tão valioso perdeu história e mereceu um ato desta natureza.

O vandalismo dos nossos antepassados é um ataque à nossa história e à nossa identidade. Nós somos o fruto de um passado ao qual nos devemos de orgulhar e não vandalizar. Porquê eliminar um posto de coragem com um ato de burrice?

Nos tempos recorrentes são cada vez mais os atos de vandalismo no património, o qual devemos de proteger e defender. É urgente e necessário resguardar-nos deste tipo de atos ou conspirações aos mesmos, porque não é tolerável a permissão do desrespeito a uma comunidade e uma nação. Sendo também um pequeno atentado à nossa cultura e arte.

D. Afonso Henriques aos olhos de Portugal deverá ser sempre um herói. Será herói porque sempre defendeu a sua pátria, o seu povo e o seu condado. Defendeu-nos um jovem lutador com a força de vontade em que acreditava no seu povo e naquilo que o fazia lutar por eles.

Merecerá ele, um herói, ser desrespeitado, desonrado ou vandalizado?

Não podemos recordar o passado com a raiva, mas olhar como aprendizagem e com história. Olhemos para os heróis como realmente eles são e não desrespeitemos o passado nem de quem dele se orgulha.

Deixo esta reflexão transmitindo uma mensagem de preparação para o Futuro. Estamos com constantes ataques à nossa cultura, identidade e património. Temos de valorizar a nossa identidade e, esta, faz-se com o orgulho dos antepassados, o esforço do presente e a esperança do Futuro.

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