Professores: governo quer rever modelo de recrutamento

É uma ideia que o Ministro da Educação anunciou para concretizar a partir de Setembro.


O Governo vai rever o modelo de recrutamento e colocação de professores a partir de setembro, anunciou o Ministro da Educação, João Costa, numa declaração no final de uma reunião com as estruturas sindicais Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e Federação Nacional da Educação (FNE), em Lisboa, o Ministro anunciou que o modelo de recrutamento do pessoal docente tem de ser revisto. 

O Ministro afirmou que as reuniões com as duas principais estruturas sindicais dos professores do ensino básico e secundário foram «muito produtivas, muito construtivas», tendo elas apresentado os assuntos que querem negociar durante a legislatura e sido agendadas os temas e datas das próximas reuniões.

João Costa disse que a revisão do modelo de recrutamento e colocação estará associada ao combate à precariedade na profissão docente, procedendo-se à «vinculação, já no próximo ano, de muitos dos professores contratados em quadro de escola».

“Garantindo que muitos dos professores que andam de um lado para o outro em contratos precários podem estabilizar a sua situação profissional”.

O objetivo é tornar a carreira docente mais estável e mais atrativa, «garantindo que muitos dos professores que andam de um lado para o outro em contratos precários podem estabilizar a sua situação profissional».

O Ministro disse que também vai ser avaliada a redução do trabalho administrativo dos professores, desde logo dos diretores de turma, começando por proceder ao levantamento das tarefas dos diretores de turma, identificando redundâncias e «tudo aquilo que não tem utilidade, tarefas administrativas que não se transformam numa melhoria do trabalho junto dos alunos».

Sobre as alterações ao regime de mobilidade por doença, João Costa informou que foi solicitado um parecer jurídico sobre avaliação da situação, caso a caso, dos professores que não conseguiram colocação.

«Para que não sobrem dúvidas sobre a legalidade desta análise casuística, sentimos a necessidade de pedir um parecer jurídico para podermos ter robustez nos resultados da análise que já está a ser feita», disse.

📸 Miguel A. Lopes/Lusa | in: portugal.gov

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