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Segunda-feira, Maio 27, 2024

Modtissimo: o mundo têxtil da moda no maior salão português 

Economia

O Secretário de Estado da Economia, Pedro Cilínio, visitou o certame e destacou a sabedoria dos têxteis de manter os mercados prioritários.

Havia movimento, hoje, de manhã, no Modtissimo: o salão encheu-se com stands de empresas e serviços e com um número agradável de visitantes, quer portugueses quer estrangeiros.

Este movimento animou os comerciais de cerca de duas centenas de expositores empresariais e até a organização do certame.

Manuel Serrão, da Associação Selectiva Moda era o primeiro a notar este entusiasmo comercial e a dinâmica de contactos associados.

O Secretário de Estado da Economia percorreu vários stands, durante mais de uma hora, ouvindo empresários e nalguns casos os homens e mulheres que estabelecem as relações comerciais que fazem os negócios para as empresas.

Lurdes Fernandes, da empresa vimaranense Solinhas, reconhecia que o sector vive “uma calma preocupante desde Julho”. A Modtissimo é a única feira em que expõe e agradou-lhe o frenesim deste primeiro dia.

Rita Silva, comercial da Luís Azevedo, evidenciava o esforço que as empresas estão a fazer para contactar mais clientes e alargar o leque de encomendas.

Roberta Ribeiro, da Elav esperava resultados idênticos à edição de Fevereiro passado, nesta acção em que a empresa de têxteis-lar mostrava como utilizar crochés e rendas no vestuário.

O Modtissimo de 2023 realiza-se num ano atípico para o sector de têxtil e vestuário, em que retracção do consumo e as mudanças de hábitos associado a este arrefecimento da economia, está a provocar nas empresas.

Pedro Cilínio admitiu rejeitar “bombas atómicas” como o recurso ao layoff simplificado para resolver este período de maior estagnação do sector. Não escondeu preferir que as empresas optem por dar aos seus trabalhadores mais formação, requalificando-os para um novo período de retoma dos mercados, deixando claro que “o layoff simplificado foi utilizado num contexto extraordinário”.

E explicou que a opção pela dita bomba atómica seria dar “um sinal aos mercados de uma gravidade maior decorrente deste abrandamento no consumo”, ou seja, isso seria visto “como uma situação mais grave do que é”.

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