Flávio Freitas (PS), resolveu brindar “o vereador aqui ao meu lado”, com um “miminho” político-partidário.
Sem desviar o olhar sobre a declaração que trazia escrita, desafiou o seu congénere do Chega, para de uma vez por todas “passar a vereador e deixar de ser candidato”, lembrando o cartaz que exibe, desde as anteriores eleições, a sua fotografia ao lado do líder do seu partido (André Ventura). E que já há muito devia ser retirado.

Nuno Vaz Monteiro ficou calado porque entende que a presença do cartaz deve-se à empresa que o colocou, ainda, não o ter removido.
“Não podemos aceitar que o Chega venha denunciar situações que estão cobertas por um regulamento municipal.”
Porém, Flávio Freitas não interpelou o vereador do Chega apenas por causa do cartaz. Também as afirmações do líder parlamentar, Pedro Pinto, sobre a atribuição de casas da Casfig motivou um reparo. “O PS sabe muito bem qual foi o trabalho feito” naquela empresa municipal, e declarou que “não podemos aceitar que o Chega venha denunciar situações que estão cobertas por um regulamento municipal”.
Negou “a existência de casas devolutas”, dizendo mesmo que “as que há são dos bairros do IHRU”. Desafiou ainda o Chega a apresentar casos concretos de situações que julga anómalas na habitação social, mais ao jeito de “um registo trágico e cómico”, de quem entende que na política, “o que importa é aparecer”.
O vereador socialista disse ainda que num tempo difícil no sector da habitação, todos devem evitar “criar ruídos de fundo”.
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