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Sábado, Janeiro 28, 2023

Portugal+ está identificado com a responsabilidade social da empresa

Economia

Altice investe em soluções para pessoas vulneráveis, educação, cultura, e empreendedorismo

“Portugal+” vai exibir pelo país, as vantagens das soluções tecnológicas que a Altice tem para a educação, arte e cultura e empreendedorismo, um sinal de que não há “coisas improváveis” e muitas delas podem mesmo acontecer… mesmo num camião TIR.

“Portugal +” é uma iniciativa da Altice Portugal que comporta vários desafios – um deles é o combate à iliteracia digital – e apresenta múltiplas ofertas de soluções tecnológicas, algumas das quais tendem a resolver os problemas de hoje no que toca à melhoria da qualidade vida da população sénior e dos jovens.

Maria Belém Roseira, ex-Ministra da Saúde, e actual “conselheira” da Fundação Altice deu nota de que o maior operador nacional de telecomunicações – na sua vertente de responsabilidade social, procura, com soluções tecnológicas, ajudar a combater as desigualdades, a intervir no processo educativo – com uma forte componente cultural – tornando-se num parceiro social no combate à vulnerabilidade de pessoas incapacitadas.

“Portugal+” é, assim, um projecto que simboliza bem o “não nos resignamos” perante problemas e infortúnios, funcionando como resposta com soluções tecnológicas ao nível da educação, do empreendedorismo, da cultura e acção social.

Mostra, também, quanto este desígnio faz parte da cultura da empresa, que se insere na comunidade portuguesa para a qual apresenta soluções avançadas, por se ter instalado em Portugal com a inovação, porventura o capital, do presente e do futuro, e o mais precioso, capaz de, pela tecnologia, poder ser arma de combate às desigualdades.

A conselheira da Fundação Altice sublinha que “este projecto é uma forma de combate às desigualdades, um problema político grande, que resulta de um problema económico e social grave, de uma sociedade cheia de vulnerabilidades com um repentino passar do bem para o mal”. Tentar contrariar as desigualdades “é o que todos temos de fazer juntos, sobretudo para combater as desigualdades que são proporcionadas pelo lugar onde nascemos, o ambiente em que crescemos e desenvolvemos, e pelas injustiças que a construção das comunidades gera sem nos apercebermos do mal que está a gerar”.

“Desenvolver as potencialidades de cada um” é,pois, a forma de combater as desigualdades ou discriminações. Citando Espinoza, a ex-Ministra da Saúde, lembra que “cada um de nós nasce como se fosse um terreno, um terreno virgem, que tem de ser arado, cultivado e adubado para poder produzir tudo aquilo que é possível. E hoje – reforça – isso faz-se através da educação”. Ora é assumindo-se igualmente como “projecto educativo com uma forte componente cultural” que o “Portugal+” pode contribuir para o desenvolvimento humano “porque é a cultura que nos abre horizontes e que nos prepara para compreender melhor o que nos rodeia”.

“Ao fim e ao cabo – diz Maria de Belém Roseira – este projecto tem como vocação e ambição desenvolver, em cada uma das pessoas que dele possam beneficiar, a liberdade de desabrochar, de sermos nós próprios, de termos a nossa liberdade de escolha, mais informada e cultivada”.

Outro objectivo do “Portugal+” é, segundo a conselheira da Altice, assumir-se “como um projecto de literacia digital, numa sociedade cada vez mais de informação em que o domínio de ferramentas informáticas e digitais, é vital”. E a administração da Fundação Altice tem dado provas de querer investir na literacia digital como fazendo parte da sua responsabilidade social para que “as pessoas possam ser gente” nos tempos actuais e no futuro. O mesmo acontece na capacitação dos empreendedores.

Por fim, o “Portugal+” também será um projecto de intervenção social com inovação incorporada , o que significa que “não se limitará a fazer mais do mesmo mas diferente e mais eficaz”. A Altice semeia para depois colher em termos de desenvolvimento humano.

© 2019 Guimarães, agora!

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