Rock no Rio Febras: “A prova de que o Mundo pode ser melhor”, com música

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A organização já fez o balanço de mais uma edição do ‘Rock no Rio Febras’. E agradece ao “nosso público”, afinal, “aqueles que fazem a mística acontecer”.

“Que orgulho ver uma multidão a viver o momento de olhos nos olhos, sem câmaras nem ecrãs pelo meio a roubar a magia do presente” – escreve Diana Marques no comunicado final do festival de 2026.

E sublinha que todos “dançaram, abraçaram, sentiram a música na pele e espalharam uma onda imparável de solidariedade, sorrisos e amor sem limites”.

“Fechar esta edição sem um único incidente de registo não é um acaso; é o reflexo da sua luz e do respeito mútuo.”

Uma nota elementar de que o ‘Febras’ se desenrolou num clima de segurança absoluta: “Fechar esta edição sem um único incidente de registo não é um acaso; é o reflexo da sua luz e do respeito mútuo”.

O elogio de um público – respeitável – fiel que não estraga o lugar onde o festival decorre; aos voluntários “abelinhas amarelas” que trabalham com prazer numa organização com comando e sem elites, um sinal mais de que “a comunidade se junta por uma causa genuína… e criam-se milagres”. E que dão o seu tempo e energia e a alma sem pedir absolutamente nada em troca.

Depois, o agradecimento institucional e essencial às entidades que tornam “este recinto num porto seguro, viável e sustentável: a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia de Briteiros, a Protecção Civil, as autoridades de Saúde Pública, a GNR, os Bombeiros Voluntários das Caldas das Taipas e o Laboratório da Paisagem”.

“Às bandas, o melhor elogio que podemos fazer é repetir uma frase que se ouviu no recinto: Não sei qual foi o melhor concerto.”

“No Febras, a nossa estrutura é diferente, não temos patrocinadores, temos amigos, agradecemos profundamente aos nossos parceiros que se associam a esta causa solidária, trocando o mero retorno comercial por princípios e objectivos que valem a pena, e que ficam. Obrigado por aliarem a sua força à nossa e caminharem connosco. Às bandas, o melhor elogio que podemos fazer é repetir uma frase que se ouviu no recinto: Não sei qual foi o melhor concerto” – sustenta o comunicado do ‘Rock no Rio Febras’.

E depois, os números que, também, falam: três dias, 40.000 entradas e 15.000 pataniscas depois, o ‘Rock no Rio Febras’ encerrou a sua quinta edição. E uma mensagem final: “É possível fazer cultura com o coração e apoiar quem mais precisa vai continuar a soar bem alto”.

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