UMinho: tem 66 cientistas entre os mais citados do mundo

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A Universidade do Minho tem 66 cientistas no grupo dos 2% mais citados do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo da Universidade de Stanford (EUA) e do grupo editorial Elsevier.

A lista, chamada ‘World’s Top 2% Scientists 2024’, inclui 223 mil investigadores, sendo 889 deles ligados a instituições de Portugal. A UMinho surge com 18 unidades representadas (mais duas face a 2023) e os seus primeiros nomeados na lista global são Paulo Lourenço (6104º lugar), Fernando Pacheco-Torgal (6772º) e Rui L. Reis (6842º).

“O documento apresenta os melhores investigadores do planeta por 22 áreas e 174 disciplinas, considerando o seu índice, o volume de publicações e as citações dos seus trabalhos, segundo dados da base Scopus até Agosto de 2024. Esta lista anual surgiu em 2019, com o objectivo de criar um repositório público sobre o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico e para combater abusos de auto-citação” – refere uma nota de imprensa da UMinho.

O Centro de Engenharia Biológica aparece com 14 investigadores: António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Eduardo Gudiña, José António Teixeira, Joana Azeredo, Lígia Rodrigues, Lucília Domingues, Madalena Alves, Mariana Henriques, Miguel Gama, Nuno Cerca, Rosário Oliveira, Russell Paterson e Sónia Silva. O Grupo 3B’s conta com 12 representantes: Alexandra Marques, Banani Kundu, João Espregueira-Mendes, Manuela Gomes, Miguel Oliveira, Nuno Neves, Rui L. Reis, Rui Domingues, Sandra Pina, Simone Silva, Subhas Kundu e Tiago Silva.

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Raúl Fangueiro (Fibrenamics) entre os cientistas mais citados

Seguem-se com seis elementos o Centro Algoritmi (João Luís Afonso, João Varajão, Paula Ferreira, Paulo Cortez, Sandro Pinto e Vítor Monteiro) e o Centro de Física (Carlos Miguel Costa, José Pedro Silva, José González-Méijome, Nuno Peres, Pedro Martins e Vasco Teixeira). Já o Centro de Microssistemas Eletromecânicos surge com Filipe Marques, Filipe Samuel Silva, Júlio Souza, Luís A. Rocha e Paulo Flores.

Da parte do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde estão António Salgado, Fátima Baltazar, Joana Cabral e Nuno Sousa, enquanto o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia tem Joaquim Barros, José Sena-Cruz, Mayank Mishra e Paulo Lourenço. Com três cientistas aparecem o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (Andrea Zille, Helena Felgueiras e Raul Fangueiro) e, com dois, o Centro de Biologia Molecular e Ambiental (Jorge Pacheco e Ronaldo Sousa) e o Centro de Química (Daniela Correia e Rita Figueira).

A lista inclui igualmente António Tavares (Centro de Investigação em Ciência Política), Assunção Flores (Centro de Investigação em Estudos da Criança), Fernando Pacheco-Torgal (Centro de Território, Ambiente e Construção), Anabela Carvalho (Instituto de Ciências Sociais), José Brilha (Instituto de Ciências da Terra), Loic Hilliou (Instituto de Polímeros e Compósitos), Rui Alberto Lima (Centro de Engenharia Mecânica e Sustentabilidade de Recursos) e José Carlos Pinho (Núcleo de Investigação em Políticas Económicas e Empresariais).

O estudo da Universidade de Stanford e da Elsevier apresenta também uma lista de “carreira”, em que da UMinho surgem ainda José Neves (Centro Algoritmi), Júlio Viana (Instituto de Polímeros e Compósitos), Manuel Filipe Costa (Centro de Física) e Marian Brownell Anderson (Escola de Medicina).

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