Tem o objectivo de “unir, mobilizar e fortalecer o PS no distrito de Braga, defendendo um partido mais próximo das pessoas, mais presente no território, mais aberto à participação, mais mobilizador e mais fortalecido”.
Num comunicado de imprensa, estabelece as prioridades e os princípios: “A valorização dos militantes e o reforço da proximidade entre a Federação, as concelhias, os autarcas, a Juventude Socialista e as Mulheres Socialistas, os simpatizantes e a abertura à sociedade civil”.
“O distrito de Braga precisa de um partido unido, agregador, mobilizado e preparado para voltar a liderar politicamente.”
No universo socialista, o ex-presidente da Junta de Freguesia de Ponte, afirma que “o distrito de Braga precisa de um partido unido, agregador, mobilizado e preparado para voltar a liderar politicamente o distrito, nomeadamente a nível autárquico”.
Num tom mais regionalista, defende que Braga deve voltar a posicionar-se como uma referência de desenvolvimento, inovação, capacidade autárquica e dinamismo político, projectando o território para o país, valorizando o potencial humano, económico, empresarial, académico e institucional existente em todo o distrito.

E na esfera puramente partidária, Sérgio Castro Rocha apenas recorda que o distrito “tem dimensão, história, militância e capacidade política para voltar a assumir um papel central no PS nacional”.
“Nenhum projecto forte se ergue sem primeiro cuidar dos seus alicerces.”
Fazendo o diagnóstico da política distrital, as soluções para afirmar o PS de Braga resumem-se a construir uma outra realidade sobre a actual: “As grandes conquistas constroem-se a partir de bases sólidas. Nenhum projecto forte se ergue sem primeiro cuidar dos seus alicerces”. Uma crítica ao actual status quo de que faz parte, enquanto membro do secretariado distrital.
Com uma candidatura que não “nasce contra ninguém”, mas sim “pelos militantes, pelo respeito das estruturas concelhias e nacionais do partido e pelo distrito de Braga”, revelará, nos próximos dias a moção política com que defenderá a sua vontade de se tornar presidente da Federação socialista.
‘Um Outro Caminho’, que já foi título de crónica de jornal, passa a sê-lo, também, do documento que pretende abrir à participação, procurando recolher o contributo dos militantes.
“Quero um PS mais inclusivo, mais unido, mais mobilizado, mais forte e mais preparado para vencer os desafios do futuro” – salienta como meta para as eleições marcadas para o dia 20 de Junho de 2026.
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