Vai ter artistas e grupos locais, como Manuel de Oliveira e Pedro Emanuel Pereira e os Amigos das Concertinas de Guimarães.
O MIMO, com tradição e organização brasileira, “só chegou a Guimarães, no momento certo”, defendeu Lu Araújo, a mulher que lhe deu vida e organiza. E acentua que “o MIMO e Guimarães combinam e combinam há muito tempo”. E esta não foi uma “escolha por acaso”.
Como a sua vinda para “uma cidade incrível” – como elogia a fundadora, referindo-se a Guimarães, e a sua qualidade histórica que “não é apenas uma cidade de memória, ela é a história viva”, Lu Araújo justifica depois que o passado e presente lhe dá mais “responsabilidade sobre o que está organizando em Guimarães”.
“Uma cidade que valoriza o seu património, mas que se projecta com ambição para o futuro, esse, também, é o lugar do MIMO.”
Depois, os elogios não se ficaram por aqui porque sendo “uma cidade que valoriza o seu património, mas que se projecta com ambição para o futuro, esse, também, é o lugar do MIMO”.
Um festival que se encontra com a cidade e “nesse ponto de encontro se reconhece”. Lu Araújo entende que “o MIMO não chega a Guimarães apenas para ocupar espaços. Ele chega para dialogar com a cidade, com o território, com as suas pessoas”.

Depois e sinteticamente fala de um programa que se estende ao longo de nove dias, juntando o Festival de Cinema e o Festival de Música, de 27 de Junho a 5 de Julho. “Queremos que Guimarães seja vivida de outra forma” – deseja a organizadora do evento.
Objectivamente, “queremos que quem vive aqui e que aqui chega possa descobrir a cidade a partir dos olhos do MIMO. Uma cidade aberta, em movimento, onde a cultura acontece nas ruas, nos monumentos e nos encontros. Acreditamos também no impacto concreto que a cultura pode gerar”.
“Queremos que este seja um festival das pessoas. Que as pessoas possam experimentar a cidade de um outro ponto de vista.”
Lu Araújo acredita “na capacidade do festival mobilizar a economia local, de envolver o comércio, a restauração, a hotelaria e de criar uma dinâmica que ultrapassa os dias do festival. Mas, acima de tudo, queremos que este seja um festival das pessoas. Que as pessoas possam experimentar a cidade de um outro ponto de vista”.
O MIMO tem uma característica própria: “É um festival gratuito, inclusivo e feito para todos porque acreditamos que o acesso à cultura deve ser um direito e não um privilégio”.
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