Pepa: “Temos dado mais ao jogo do que o jogo nos tem dado a nós”

Com o Benfica, Pepa espera que o Vitória receba o que não teve nas seis jornadas já disputadas.


O treinador do Vitória, Pepa, vai começar o jogo com o Benfica, a lembrar-se do “volume ofensivo e da superioridade da sua equipa”, que elogiou nos seis jogos já disputados.

Acrescenta que esta produção macro da equipa do Vitória não se traduz em pontos conquistados até agora. E explica que “temos dado mais ao jogo do que o jogo nos tem dado a nós, estou a referir-me a pontos e a golos”

VITÓRIA SC – Benfica | 25 DE SETEMBRO (SÁBADO) 18H00

Recordando-se de que “também temos tido um volume ofensivo, oportunidades claras, mas os pontos e os golos não correspondem ao que temos feito”, Pepa lamenta não poder “mexer no que está para trás”.

Promete poder fazê-lo no futuro e o que se segue é o Benfica. “O Benfica – lembra – está no seu melhor momento, temos de estar fortes nos quatro momentos do jogo para conseguir o que desejamos, que é ganhar”.

Questionado sobre o adversário de Sábado, Pepa salienta alguns dos pontos fortes da equipa lisboeta. 

📸 Vitória SC

“É uma equipa que não tem nada a ver com a do ano passado. Não há comparação. Está muito forte na reacção à perda, no processo defensivo, concede poucas oportunidades de golo” – afirma.

Reconhece o Benfica de Jorge Jesus como “uma equipa com muita vertigem, que consegue manter a bola no meio-campo do adversário”, mostrando que “sabemos o que vamos encontrar, as dificuldades que nos poderão causar”.

“Quanto mais conseguirmos meter o Benfica para trás, mais dificuldades vão ter.”

Em jeito de receita para este jogo com os encarnados, o treinador do Vitória quer que os jogadores olhem para si com capacidade para ter a bola, de usar um critério claro na abordagem dos lances e “agredir” o Benfica: “quanto mais conseguirmos meter o Benfica para trás, mais dificuldades vão ter”.

“É esse o nosso objectivo. Isto é um equilíbrio de forças, amanhã dentro do campo é que vamos ver quem terá maior domínio. O mais difícil será quando estivermos sem bola, quando a tivermos devemos saber o que fazer” – concluiu.

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