Braga: Vitória empata na casa do rival num derby sem golos

Esteve abaixo do nível competitivo de épocas anteriores e sem golos, o resultado acaba por agradar aos dois clubes.


Sem golos não pareceu um derby e Braga e Vitória jogaram mais no controle mútuo do que na procura de um triunfo decisivo. 

Dir-se-á que o resultado é o que o jogo deu: na verdade, bolas na trave e no poste não faltaram, jogadas ornadas e urdidas às quais faltaram golos, disputa mais ou menos acesa, numa espécie de pacto de não agressão mútuo.

O Vitória quis controlar o seu adversário na sua intermediária evitando o contra-ataque bracarense sempre difícil de suster. E preveniu-se aceitando que uma igualdade, na casa do adversário, até era um bom resultado.

É claro que nas estatísticas o Braga pode ter créditos de superioridade mas a inoperância do ataque das equipas justifica o salomónico empate.

Por isso, “é um resultado justo” como sublinha Rochinha no final do jogo, apesar da declaração de vontade de querer ganhar.

© Vitória SC

Pepa também mostrou a sua satisfação pelo nulo, justificado e demonstrado por “uma organização tremenda” da sua equipa. 

Não tem dúvidas de que “o jogo merecia golos”, pelas oportunidades criadas quer pelo Braga quer pelo Vitória, penitenciando-se por “não explorarmos a profundidade”, numa partida “dividida”, nem sempre jogada com “clareza”, sobretudo na 2ª parte.

Destacou a forma “adulta” como a equipa actuou dentro do campo e realçou “a capacidade de luta e de organização”, num jogo em que evidenciou um crescimento, na competição e no modo de jogar.

Já Carvalhal reclamou para o Braga o mérito de mais remates, bolas no ferro, estilo de jogo que poderiam justificar um triunfo. Não gostou que o Vitória jogasse fechado nos últimos 40 metros da sua intermediária. E não escondeu a insatisfação que o resultado lhe causou.

Com adeptos na bancada, cerca de 8 mil, os intervenientes sublinharam o desempenho dos seus apoiantes que não se verificou no jogo da época anterior.

O Vitória alinhou com: Trmal, Sacko, Borevkovic, Abdul Mumin, Rafa Soares, André André (Nicolas Janvier 74’), Händel, André Almeida (Tiago Silva 57’), Ricardo Quaresma (Rúben Lameiras 73’), Rochinha (Marcus Edwards 57’), Estupiñán (Bruno Duarte 82′).

📸 LPFP

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