O presidente da Câmara, continua a “destacar a importância que o desporto tem em Guimarães”. E voltou a fazê-lo na conferência sobre a ‘Sustentabilidade no Desporto – O Desporto como Agente de Mudança’, realizada esta manhã, no Teatro Jordão, no âmbito da celebração da Capital Verde Europeia.
Agora, Ricardo Araújo, acentuou que “para que os clubes possam crescer e disseminar a prática desportiva”, o que precisam é que “o presidente da Câmara reconheça e trabalhe”, para o esforço comum e colectivo de ter “as melhores condições para que a prática desportiva seja efectiva, na cidade e no concelho – num modo competitivo, participando nas provas das diversas federações quer na do desporto informal que promove estilos de vida mais saudáveis”.
“Estamos a dar prioridade e importância ao desporto.”
Sublinhou que “os clubes desportivos foram apoiados, numa perspectiva de fomento e de formação, com o maior investimento de sempre, já em 2026”, mais um sinal de que “estamos a dar prioridade e importância ao desporto”. Mais um passo para estar “ao lado dos clubes, entidades e associações que promovem a prática desportiva”.
O objectivo é de que, com melhores condições, Guimarães ambicione ser “uma referência no desporto, pela dinâmica que já tem e possa ter cada vez mais”. Algo que “a proximidade aos clubes foi construindo ao longo de anos” e que pretende reforçar ainda mais.
Já sobre a ligação da sustentabilidade com o desporto, Ricardo Araújo diz que se vai manter a participação de especialistas, de modo a partilhar conhecimento, experiência, ideias, sugestões e projectos.
Destacou depois que “a Capital Verde Europeia é um reconhecimento, pelo caminho trilhado, ao longo de décadas na melhoria do ambiente e de defesa da sustentabilidade”. E regressou ao tempo – que as pessoas esquecem – de há 10 e mais anos atrás, quando o Vale do Ave aparecia nas televisões por causa da poluição dos rios, um passivo ambiental que tinha origem num sector industrial forte que aceitou mudar as regras do jogo, participando na mudança da qualidade do ar, da qualidade da água, da melhoria das condições da vida urbana com parques que nasceram em todas as freguesias e mesmo nas zonas ribeirinhas.
“É tão importante o caminho que fizemos até aqui como aquele que ainda temos para fazer.”
Reconhece que “é um trabalho que não está terminado”. E defendeu até que “é tão importante o caminho que fizemos até aqui como aquele que ainda temos para fazer”. Porque a sustentabilidade e a defesa do meio ambiente “é algo central na programação das políticas públicas do presente e do futuro”.
Por isso, “defender o ambiente, defender a sustentabilidade, ter a preocupação com a transição energética, e com a transição verde que, hoje, tanto se fala na Europa, é algo fundamental para a nossa qualidade de vida”. Acrescenta que a defesa do ambiente contribui para o bem-estar individual e “é uma oportunidade para igualmente sermos competitivos, como o somos na economia e na indústria”.
Repete, depois, que “a Capital Verde não é das elites políticas ou académicas: é algo que significa, de facto, ser complementar à qualidade de vida das pessoas” que habitam o território.
“Uma Capital Verde onde todos participam, onde a comunidade participa. E é por isto que às vezes, embora de forma surpreendente, é importante nós ligarmos o tema do ambiente, da sustentabilidade, a outras áreas da nossa actividade quotidiana”. E neste caso, o desporto, “pelo seu papel social e na saúde dos cidadãos, na formação e na educação da nossa comunidade”, dos mais velhos aos mais novos “porque através do desporto nós passamos mensagens e valores”.

E até pela penetração social que tem num concelho como o de Guimarães, o papel, que pode desempenhar será decisivo, “uma alavanca que nos ajuda a colocar o ambiente e a sustentabilidade no centro da nossa acção pública, política e individual”.
Falou, ainda, os “bons exemplos”, na gestão das infra-estruturas dos clubes, os quais podem ter uma função importante “na defesa da sustentabilidade e do ambiente”. E há exemplos para multiplicar.
“O desporto pode contribuir para nós termos uma comunidade e uma sociedade mais sustentável, mais amiga do ambiente.”
Aprender com outros bons exemplos que existem pelo país fora e perceber de que forma é que “o desporto pode contribuir para nós termos uma comunidade e uma sociedade mais sustentável, mais amiga do ambiente e, por isso, com melhor qualidade de vida”.
O presidente da Câmara quis destacar, nesta conferência, a ligação do desporto à Capital Verde Europeia porque isso “implica falar dos assuntos da nossa vida, seja da cultura, desporto, saúde e do ambiente. É isto que nós queremos, é envolver a nossa comunidade, dos mais novos aos mais velhos, dos dirigentes desportivos aos profissionais do desporto, aos atletas e aos nossos jovens” – concluiu.
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