É um encontro dedicado ao futuro dos territórios e da sustentabilidade e realiza-se entre dia 6 e 9 de Maio (de Quarta-feira a Sábado).
A programação oficial de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia prevê mais este evento que reúne estudantes, investigadores e profissionais para a partilha de perspectivas, conhecimento e projectos sobre o futuro da paisagem.
“A iniciativa visa reforçar o posicionamento do território como espaço de reflexão, experimentação e acção em torno das questões ambientais, da valorização da paisagem e da construção de comunidades mais resilientes e sustentáveis” – salienta uma nota da comunicação da CVE 2026.
O ‘Fórum da Paisagem’ resulta de uma parceria entre o Laboratório da Paisagem, o LE:NOTRE Institute, o Commonspace e a Kultúraktív Egysulet, promovendo um programa internacional que cruza momentos de reflexão, trabalho colaborativo, visitas de campo e debate em torno da transformação democrática da paisagem. Nesse sentido, inclui conferências, grupos de trabalho temáticos, percursos pelo território e momentos de apresentação pública dos resultados desenvolvidos ao longo do encontro.

Entre os destaques do evento está o espectáculo Mizu, uma experiência sensorial rara onde dança e marioneta se encontram numa poética da transformação. A sessão terá lugar na Quarta-feira, dia 6 de Maio, às 16h30, junto ao lago Cidade de Kaiserslautern, no parque da cidade, e é aberta a toda a comunidade.
Mizu tem como protagonistas um trio improvável: uma bailarina, um boneco de gelo e a sua marionetista. Criado pela Company Furinkaï e pelo Théâtre de l’Entrouvert, o espectáculo cruza dança contemporânea, artes visuais e teatro de objectos, num ambiente imersivo que desafia a percepção do real.
Outro dos momentos em destaque é a ‘Art Exhibition’, patente no Idegui durante a realização do ‘Fórum da Paisagem’, cuja apresentação pública será feita na Quinta-feira, dia 7 de Maio, às 18h30. A exposição constitui mais uma oportunidade para dar visibilidade aos cruzamentos entre arte, memória, regeneração e co-existência, temas que atravessam a reflexão contemporânea sobre a paisagem.
“Guimarães volta a afirmar-se como território de referência na promoção de práticas inovadoras e colaborativas ligadas à sustentabilidade.”
“Ao acolher esta iniciativa, Guimarães volta a afirmar-se como território de referência na promoção de práticas inovadoras e colaborativas ligadas à sustentabilidade, à qualificação do espaço e à participação das comunidades na construção do futuro. O ‘Fórum da Paisagem’ assume-se, assim, como uma plataforma de intercâmbio internacional e de valorização do território, em linha com os princípios e objectivos de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia” – conclui a nota.
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