O ‘Race Party’, considerado o maior festival académico europeu de provas de mini-carros personalizados, vai realizar-se em 27 de Maio (Quarta-feira), no campus de Azurém, em Guimarães.
A 11.ª edição da iniciativa, terá a participação de cerca de 200 alunos de engenharia em provas de design, rapidez e distância, além de desafios surpresa e dos campeões e de vários prémios.
O evento decorre na nave principal, das 12h00 às 16h30, sendo a entrada livre. A organização cabe ao Departamento de Engenharia Mecânica e ao Centro de Investigação em Micro-sistemas Electromecânicos (CMEMS) da Escola de Engenharia da Universidade do Minho.
Os mini-carros foram construídos neste semestre lectivo e seguem os princípios da engenharia, procurando desempenhos óptimos (não se usa fuel nem bateria), soluções criativas, design inovador e preocupação ambiental, além de se fomentar o espírito de equipa.

“Há eventos do género no Reino Unido, Alemanha ou França, mas mais localizados e sem a nossa dimensão, organização e experiência”, explica o professor coordenador, Paulo Flores, acrescentando que este projecto pedagógico foi recentemente galardoado com o prémio europeu ‘Arqus Teaching Excellence Award’, com o júri a salientar a “natureza entusiasmante e centrada nos estudantes”.
Prova surpresa exige ajustar o bólide
No programa destaca-se a prova de rapidez, às 12h30, em que cada mini-carro ao estilo dragster, criado pelos alunos e accionado apenas por uma mola, percorre cinco metros o mais rápido possível. A prova de distância é às 15h00 e ganha o veículo que chega mais longe num só lançamento. Segue-se a prova surpresa, havendo 15 minutos para cada grupo ajustar a eficiência e performance do seu bólide para um determinado objectivo. Já o desafio dos campeões vai permitir, às 16h00, uma última tentativa para os concorrentes que queiram superar o desempenho dos mini-carros vencedores.
“Permite a estudantes portugueses de engenharia desenvolverem protótipos físicos e virtuais com várias soluções.”
“Esta iniciativa criada em 2015 é já comparável a eventos similares dos EUA e permite a estudantes portugueses de engenharia desenvolverem protótipos físicos e virtuais com várias soluções, adequando a complexidade ao seu grau de conhecimento científico-tecnológico e à sua ligação a uma futura profissão”, realça Paulo Flores.
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