Viktor Orbán era um indigno europeu: sobreviveu (e auto-governou-se) com fundos europeus, tinha um pé em Bruxelas e outro em Moscovo, nunca percebeu o espírito de uma Europa livre e democrática.
Com Robert Fico, da Eslováquia, iam atrás de Vladimir Putin, como cobardes; e como servis e vassalos de Donald Trump com quem ensaiavam uns dislates na Casa Branca, no pior espectáculo do mundo: a traição à União Europeia da qual fazem parte e da qual recebem apoios à fartazana que não chegam aos cidadãos húngaros.
A Europa e Bruxelas – que é um inimigo de estimação para alguns e que serve os seus propósitos de populismo enfeudado, macabro e nojento – andavam há muito a perceber que Orbán e outros não tinham lugar neste clube fundado por estadistas de qualidade, homens e mulheres que dignificam os Estados de quem líderes que puxam pela dignidade e honra de um Continente que se deve impôr aos imperialismos russo e norte-americano.
“Em viagens de Estado, andarem com as famílias às costas, à procura de negócios que são um verdadeiro ‘El Dorado’ dos tempos que correm.”
O que é preciso é bater o pé – a estes vulgares ditadores que a democracia elege no seu seio e que usam o voto para afirmar a sua tirania, o seu poder social e particular, com a desfaçatez de, em viagens de Estado, andarem com as famílias às costas, à procura de negócios que são um verdadeiro ‘El Dorado’ dos tempos que correm e como se o país de tão bons exemplos – de verdadeiros estadistas – fosse uma coutada deles e dos seus familiares.
A sua desfaçatez de se servirem dos meios do Governo – para satisfação de egos e interesses particulares, assume outra desfaçatez tal que vai muito além do posso, quero e mando, para se tornar corrupta, inócua e impune – até ver – muito ao jeito do Luís XIV que um dia afirmou que o Estado era… ele!
Precisamos de mais firmeza, mais acção e defesa dos interesses de uma Europa que deve ser uma força global e não o retrato de quintas pequenas órfãs, imitando o Canadá e outros que Trump considera como seus subordinados porque ele é Deus… quando nem sequer respeita o Papa Leão XIV que representa muito mais gente do que ele.
O mesmo acontece com Putin, um tirano eleito em eleições fantoches, que só é forte à força de mísseis e bombas e que já nem consegue distinguir uma casa de habitação – onde vivem pessoas simples e humildes – de um alvo militar, desgraçando um país e destruindo tantos lares como se fosse um construtor interessado em os reabilitar.
O mundo vive bem sem esta espécie de gente, todos incarnando a força do mal, agentes duplos – uns dos outros – que se vendem a troco de uns milhares de litros de combustível e paletes de dólares que circulam no subsolo dos seus palacetes e fortalezas e nas quais se escondem como ratos.
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