O Secretário de Estado do Ambiente afirmou estar comprometido com a revisão da carreira dos guarda-rios e guarda-florestal; e o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) reconheceu que Guimarães merece ter uma praia fluvial, prometendo trabalhar com as entidades vimaranenses para que isso seja uma realidade.
Estes anúncios foram feitos durante o ‘3.º Encontro Nacional de Guarda-rios’ que começou, hoje, de manhã, em Guimarães.
José Manuel Esteves destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos guarda-rios, caracterizado pela paixão, orgulho e proximidade na defesa de um bem fundamental para a vida. E que agora é preciso transformar como profissão e carreira, com a legislação adequada.
E vê na implementação pelo Governo do programa ‘pró rios’ até 2030, com uma dotação de 180 milhões de euros uma fórmula para reduzir as perdas de água, na ordem dos 30% da que é captada, tratada e que é perdida.
José Pimenta Machado, da APA, garantiu tudo fazer para que Guimarães tenha uma praia fluvial, destacando o exemplo dado pelo Município nas questões de política ambiental que considerou “inspiradoras” para o país.
O vereador do Ambiente da Câmara Municipal deu nota da importância do trabalho desenvolvido pelos guarda-rios que “nenhum sistema automático consegue substituir e que tem de ser potenciado”.

Em ano da Capital Verde Europeia, Alberto Martins reconheceu também o trabalho do Laboratório da Paisagem na defesa da bio-diversidade, da Vimágua pela realização da gestão da água e a aposta do Município na duplicação das ecovias, no reforço da limpeza das linhas de água que atravessam o território.
“Guimarães tem cerca de 100 quilómetros de linhas de água – sendo 30 do rio Ave – que estão mapeados e são regularmente observados.”
O encontro nacional decorre no Centro Cultural de Vila Flor (CCVF) com a participação de representações de guarda-rios de diversas localidades do país, numa organização da Vitrus Ambiente, que permitiu ao seu presidente, informar que “Guimarães tem cerca de 100 quilómetros de linhas de água – sendo 30 do rio Ave – que estão mapeados e são regularmente observados”.
Alexandre Barros da Cunha focou o trabalho de despoluição dos rios que outrora espelhavam as cores da moda, para defender a criação de praias fluviais em Guimarães.
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