- IRÃO:
Os autores do planeamento e execução de um ataque ilegal dos EUA a uma escola em Minab, no Irão, que matou 168 pessoas, incluindo mais de 100 crianças, devem ser responsabilizados, afirmou a Amnistia Internacional. As autoridades dos EUA devem garantir que a investigação seja transparente e exaustiva e que os resultados sejam tornados públicos.
- LÍBANO:
Israel atacou profissionais de saúde no Líbano, alegando, sem provas, que ambulâncias e instalações de saúde estão a ser utilizadas para fins militares. Ataques contra pessoal médico com base no facto de trabalharem para instituições associadas ao Hezbollah são proibidos. O Ministério da Saúde Pública libanês informou que, até 16 de março, 40 profissionais de saúde foram mortos e 96 ficaram feridos.
- PALESTINA:
“É necessária uma investigação urgente, exaustiva e imparcial sobre o ataque chocante à família Bani Owda”, disse Heba Morayef, diretora regional da Amnistia, a propósito do assassinato que vitimou Waed Bani Owda, o seu marido e dois dos seus filhos pequenos. Este incidente ilustra o padrão crescente de uso de força letal pelas forças israelitas contra palestinianos, desde o cessar-fogo.
- MÉDIO ORIENTE:
Israel, EUA e Irão devem cessar imediatamente ou abster-se de ataques ilegais à infraestrutura energética, incluindo instalações que fornecem serviços essenciais, como eletricidade, aquecimento e água corrente, afirmou a Amnistia Internacional. Estes ataques comportam riscos de danos devastadores à população civil e um perigoso impacto ambiental.
- GAZA:
As mulheres enfrentam consequências agravadas do genocídio de Israel contra os palestinianos em Gaza. Entre elas, contam-se as deslocações em massa contínuas, o colapso dos cuidados de saúde reprodutivos, maternos e neonatais, a interrupção do tratamento de doenças crónicas, a exposição a doenças e condições de vida inseguras, assim como profundos danos físicos e mentais.
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