O jogo de Barcelos agradou a gregos e troianos: o equilíbrio foi notório e tudo foi muito igual, numa igualdade sem golos.
Uma oportunidade flagrante para cada lado. Andreas Lausen (35’) de calcanhar levou a bola ao poste; Oumar Camara (88’) rematou a roçar o poste quando o guarda-redes gilista estava fora da baliza. Se houvesse golos, saíram destes dois lances, pois, nada mais se registou.
Numa partida, em que a bola andou no campo todo, pela dinâmica de jogo das duas equipas, o certo é que os golos não surgiram. Houve situações de jogo mais animadas mas os guarda-redes, apesar dos erros, defenderam as balizas, dos remates que lhes chegaram.
Claro que sem os golos, num jogo bem disputado, com uma entrega clara dos jogadores, as equipas respeitaram-se mutuamente.
Tiago Margarido defendeu que as equipas “seguraram-se uma à outra”. E reconheceu que faltou ao Vitória “mais acutilância no último terço”. Por isso, o empate é justo mas “o sumo é pouco” para o treinador vitoriano. Gonçalo Nogueira também teve a mesma leitura de “um jogo bem disputado por duas boas equipas” e ao Vitória “faltou decisão à frente de baliza”.
Do lado do Vitória, regista-se:
- Uma maior estabilidade de jogo, muita serenidade;
- A falta de golos é a grande pecha da equipa, hoje, sem tantas oportunidades como é costume;
- O terceiro jogo consecutivo sem golos, com Lucas Furtado a dar confiança à equipa.
O Vitória alinhou com: Lucas Furtado, Tony Strata, Toni Borevković, Ahmed Sibidé, João Mendes, Gonçalo Nogueira, Beni Mukendi (Lohann Doucet 90’), Gustavo Silva (Miguel Nogueira 90’), Samu Silva (Alan Guimarães 75’), Oumar Camara, Arnel Jakupović (Alioune Ndoye 75’).
Amarelos: Toni Borevković (60’).
Foto © Vitória SC
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