Victorino Costa: apresentou ‘Conheces o teu Cérebro? Não? Então vamos a isso!’

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A apresentação da obra de cerca de 400 páginas, do vimaranense Victorino Costa realizou-se na Casa da Memória de Guimarães (CMDG) e contou com a presença de Domingos Bragança.

Victorino Costa, especialista em neuro-educação e neuro-ciências na infância, ex-deputado e ex-professor, apresentou a sua mais recente publicação.

Perante uma vasta plateia que assistiu a um evento que pretendeu divulgar um trabalho científico para ajudar o grande público a desvendar os mistérios da mente humana, Victorino Costa ouviu Paulo Inocêncio Moreira, professor doutor, trazer à luz um conjunto de conhecimentos de uma área pouco explicada e complexa.

Domingos Bragança, mostrou-se agradado por este momento em que divulga o trabalho de pesquisa de Victorino Costa, que, numa linguagem simples, tenta desvendar a complexidade do cérebro.

“A preservação do nosso eco-sistema, tal como o conhecemos, é fundamental.”

E como o conhecimento e a ciência “são importantes para fazer prevalecer os valores da preservação da nossa biodiversidade, e o conhecimento de nós mesmos, através do estudo do mais complexo e vital dos órgãos do corpo humano, é fundamental”, o presidente da Câmara salientou que “estamos no topo da pirâmide dos seres vivos, e temos a responsabilidade de não destruir a nossa espécie. A preservação do nosso eco-sistema, tal como o conhecemos, é fundamental”, defendeu. 

Os desafios que hoje se colocam com lideranças mundiais negacionistas são, para Domingos Bragança, um problema que só através de uma forte consciência do nosso papel pode ser resolvido. “Conhecer o cérebro é algo de maravilhoso, para que, com compaixão e amor, possamos fazer uma correcta interpretação da realidade e escolher os valores essenciais que os modelos político-sociais necessitam para um futuro melhor”, concluiu.

Victorino Costa agradeceu a presença de todos, e fez questão de dizer que “só conhecendo o nosso cérebro é que conseguiremos ser felizes”, pois nós somos emoções. Segundo o autor, a obra pretende “falar para o público em geral”, pelo que a linguagem utilizada destina-se a comunicar algo complexo de uma forma acessível.

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