OE2026: Um Orçamento Responsável e Virado para o Futuro

Data:

O Orçamento do Estado para 2026 foi aprovado e confirma aquilo que muitos portugueses já começam a sentir: Portugal está a crescer com estabilidade, confiança e responsabilidade. As previsões do Governo, da Comissão Europeia e do Banco de Portugal apontam para um crescimento do PIB de 2% em 2025 e 2,3% em 2026. No terceiro trimestre de 2025, o país registou um dos maiores crescimentos da zona euro, com 2,4% em termos homólogos.

O mercado de trabalho segue esta dinâmica positiva: o emprego aumentou 3,6% até setembro e a taxa de desemprego mantém-se nos 5,8%. Os salários cresceram 5,3%, dando um maior poder de compra e a inflação estabilizou perto dos 2,3%. As exportações retomaram a sua trajetória de crescimento após meses de incerteza internacional.

No que diz concerne às contas públicas, estas reforçam a credibilidade externa do país. Portugal mantém excedentes orçamentais, prevê saldos positivos para 2025 e 2026 e reduz substancialmente a dívida pública, que deverá ficar abaixo da média europeia. A carga fiscal desce e as principais agências de rating têm vindo a subir a classificação portuguesa, reconhecendo o rigor e a estabilidade financeira.

“É também o segundo orçamento consecutivo sem qualquer aumento de impostos. É sem dúvida um marco inédito na democracia portuguesa!”

Esta solidez permite avançar com a Agenda Transformadora inscrita no OE2026, assente em três pilares: redução de impostos, modernização do mercado de trabalho e um Estado mais eficiente e próximo dos cidadãos. O orçamento contempla novas descidas de IRS, um regime fiscal especialmente favorável para jovens trabalhadores, a descida do IRC para promover competitividade e investimento, o aumento de todas as pensões e o reforço do Complemento Solidário para Idosos. É também o segundo orçamento consecutivo sem qualquer aumento de impostos. É sem dúvida um marco inédito na democracia portuguesa!

O debate orçamental, contudo, registou momentos de populismo que importa assinalar. A proposta apoiada pelo Chega e pelo PS para eliminar portagens sem identificar financiamento alternativo significa que deixam de pagar os utilizadores e passam a pagar todos os contribuintes, quem anda nas autoestradas e quem nunca nelas entrou. Uma medida aparentemente fácil mas profundamente injusta e financeiramente irresponsável.

Este orçamento marca também um momento especial para mim, enquanto deputado eleito pelo distrito de Braga. Represento uma nova geração que chega ao Parlamento com a responsabilidade de contribuir para políticas de juventude, inovação e coesão territorial. É com esse compromisso que participo neste primeiro processo orçamental, certo de que o OE2026 reforça o caminho de modernização e desenvolvimento que tanto os jovens do nosso país e do nosso distrito necessitam.

O OE2026 é, em suma, um orçamento de contas certas, de confiança e de futuro. Portugal está a crescer e a modernizar-se, e este orçamento reforça esse rumo de forma responsável, séria e sem deixar ninguém para trás.

© 2025 Guimarães, agora!


Partilhe a sua opinião nos comentários em baixo!

Siga-nos no FacebookX e LinkedIn.
Quer falar connosco? Envie um email para geral@guimaraesagora.pt.

Partilhe este Artigo:

Subscreva Newsletter:

Últimas Notícias:

Relacionadas:
Notícias

O Mito do Feudalismo em Portugal

Há uma célebre discussão que ecoa nos corredores da...

Sinais que não devem ser ignorados: o peso da insuficiência cardíaca

A insuficiência cardíaca é uma síndrome, ou seja, um...

Os erros nas heranças que criam problemas às famílias

Há heranças que parecem simples até começarem os primeiros...

Turistas, não comprem no comércio tradicional?!

Se vierem a Guimarães, façam-nos um favor: não parem...