Vitória: à procura de parceiro para diversificar capital social

O eventual interesse de um investidor americano em ter uma posição no capital social da Vitória SAD não foi desmentido pela direcção do clube que, perante esta notícia, apenas a reiterou – e registou – como refere no comunicado que emitiu, ontem, 15 de Maio.


Ter um parceiro minoritário, que traga capital fresco, não é novidade nenhuma, para o Vitória de Miguel Pinto Lisboa. Na sequência do acordo com Mário Ferreira para o resgate de uma posição maioritária (51%) no capital da SAD, ficou claro o desejo de tentar que um ou mais investidores pudessem adquirir participações sempre minoritárias.

Ao historiar todo o processo, desde Outubro de 2020, a direcção do Vitória não desmente esses contactos para a entrada de um novo accionista, de origem estrangeira, e actual investidor de um clube inglês.

Relembra, a direcção que “em Outubro de 2020, foi concretizado e anunciado um acordo com a Mário Andrade Ferreira, Sociedade de Investimentos (MAF) nos termos do qual o Vitória Sport Clube, então detentor de 40 por cento da capital da SAD, adquiriu a totalidade da participação daquele accionista, que era de 56,4 por cento;” que “o pagamento da aquisição será feito em várias tranches, tendo já sido liquidada a primeira prestação, que garante ao Vitória Sport Clube a maioria do capital da SAD (51 por cento) e blinda de forma irreversível a autonomia da sua gestão. O pagamento das restantes prestações poderá ser realizado até Março de 2022;” que “em assembleia geral de associados realizada também, em Outubro de 2020, foi inequivocamente referido pelo presidente Miguel Pinto Lisboa que a sua direcção entende que a posição maioritária do Vitória Sport Clube na SAD é inegociável;”

© GA!

A direcção confirma que “foi referido na mesma assembleia e reiterado em intervenções públicas posteriores que estando os 51 por cento e o consequente controlo de toda a gestão assegurados, a direcção encararia a possível entrada de um parceiro minoritário, credível e identificado com a estratégia do clube. Tem sido igualmente sublinhado que qualquer abordagem séria e consistente e que permita fazer crescer o Vitória será apresentada aos sócios no tempo e no local próprios;”

A direcção não esclarece, porém, se tentou com Mário Ferreira essa possibilidade de ele próprio ser o accionista minoritário e se, perante, as expectativas deste acordo, o Vitória teve mesmo necessidade de antecipar as receitas da MEO que se tornaram num passivo para os anos vindouros.

Por fim, “em qualquer cenário, o Vitória assume e assumirá, de forma absoluta e incondicional, total responsabilidade pelos actos de gestão praticados”.

© 2021 Guimarães, agora!


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