É o Director Municipal que faltava no organograma recentemente aprovado na Assembleia Municipal, em 20 de Julho.
Actualmente membro do conselho de administração da CASFIG e da Junta de Freguesia de Azurém, André Casalta foi sempre um companheiro de Ricardo Araújo na sua ascensão no PSD e no caminho que o levou à presidência da Câmara.
Nesse período, foi sempre o porta voz para as questões de habitação, ficando ao lado da administração municipal, depois das eleições de 12 de Outubro de 2025, esperando uma nova vaga de nomeações que agora o confirmam, tal como outros “indefectíveis” num lugar de topo da estrutura e da administração municipal.
Ricardo Araújo, depois de Tiago Laranjeiro, nomeia André Casalta em regime de substituição até que um concurso público se realize para provimento do lugar em comissão de serviço.

A proposta consta da agenda da reunião de Câmara de Segunda-feira. Pode ler-se nessa proposta que a criação da Direcção Municipal de Planeamento, Desenvolvimento do Território e Turismo (DPMDTT), traduz “o reconhecimento da centralidade desta área na gestão do território e na prossecução das atribuições do Município, enquanto peça estruturante da orgânica municipal”.
Será ainda, “o interlocutor privilegiado entre a direcção política e os serviços, assegurando a coerência técnica e a responsabilização na execução das decisões”.
A proposta refere as condições que a lei obriga a respeitar para efectuar tais nomeações, “recrutados de entre indivíduos habilitados com licenciatura, vinculados ou não à Administração Pública, que possuam competência técnica, aptidão, experiência profissional e formação adequadas ao exercício das respectivas funções, sendo tal recrutamento sujeito a aprovação prévia da Câmara Municipal, sob proposta do respectivo presidente, quando efectuado de entre indivíduos licenciados não vinculados à Administração Pública”.
Igualmente por se tratar de um cargo vago, o presidente da Câmara justifica a nomeação, a partir de 13 de Outubro, argumentando que “André Filipe Castro Sousa Casalta, licenciado em Engenharia Civil, reúne os requisitos legais exigidos para o exercício do cargo e detém reconhecida competência técnica, experiência profissional e perfil adequados ao desempenho das funções de Director Municipal”, constantes da nota curricular junta ao processo.
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