É uma iniciativa da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA), a entidade que promove o SENAG – Seminário Nacional de Águas Residuais, subordinado ao tema ‘REimaginar a Água Urbana’.
Num “momento decisivo para o sector da água urbana”, em função das alterações climáticas, da necessidade de acelerar a descarbonização e da rápida evolução tecnológica que estão a transformar profundamente a forma como são concebidos, geridos e valorizados os sistemas de águas residuais, o seminário pode fazer luz sobre a evolução de um sector crítico no planeamento urbano das cidades.
As infra-estruturas de saneamento já não são apenas sistemas de recolha e tratamento. São críticas para a resiliência das cidades e dos territórios, e assumem o estatuto de plataformas de valorização de recursos, produtoras de energia, geradoras de conhecimento e instrumentos essenciais de adaptação climática e de protecção da saúde pública.

“Esta transformação exige uma nova visão. Exige capacidade para antecipar riscos, integrar tecnologia e inteligência artificial, promover modelos de economia circular, investir na neutralidade carbónica e encontrar mecanismos de financiamento capazes de assegurar sistemas mais resilientes, sustentáveis e socialmente justos” – salienta uma informação da APDA.
“Estaremos no epicentro de uma cidade comprometida com a sustentabilidade, a descarbonização e a transição climática.”
O SENAG terá lugar nos dias 14 e 15 de Outubro, no Centro Cultural Vila Flor, numa cidade eleita pela Comissão Europeia, Capital Verde Europeia 2026. “Estaremos no epicentro de uma cidade comprometida com a sustentabilidade, a descarbonização e a transição climática” – afirma a APDA.
Vão participar no seminário entidades gestoras, municípios, regulador, academia, empresas, financiadores e especialistas nacionais e internacionais para debater alguns dos temas mais estruturantes para o futuro do sector: a adaptação às alterações climáticas e a gestão de eventos extremos, a digitalização e a inteligência artificial, a neutralidade carbónica, a economia circular e os desafios do financiamento da transição hídrica, numa busca de identificar soluções e antecipar o futuro.
“REimaginar a água urbana significa repensar infra-estruturas, modelos de gestão e formas de cooperação; significa transformar desafios em oportunidades e afirmar as águas residuais como um sector estratégico para a sustentabilidade, a resiliência e a qualidade de vida das próximas gerações” – justifica a APDA.
Programa, disponível: aqui.
© 2026 Guimarães, agora!
Partilhe a sua opinião nos comentários em baixo!
Siga-nos no Facebook, X e LinkedIn.
Quer falar connosco? Envie um email para geral@guimaraesagora.pt.



