Irrompeu pela defesa vitoriana dentro e fez o golo com a maior das facilidades. Diego Rodrigues (79’), entre três defesas, também bateu Oliwier Zych com um remate seco e rasteiro que ainda tocou nas mãos do guarda-redes, entrando na baliza.
Houve mérito do avançado e demérito da defesa que cedeu na parte final do encontro, permitindo o golo que definiu o resultado.
Curiosamente Diego Rodrigues foi o desequilibrador de um jogo equilibrado. O Vitória resistiu durante quase 80’, segurando uma igualdade justa para além das peripécias e oportunidades que o jogo proporcionou.
O Braga viu um remate de Víctor Gómez (34’) bater no poste e Pau Victor, rematou fraco na cara de Oliwier Zych. Alioune Ndoye (31’) ameaçou a baliza contrária mas o guarda-redes bracarense foi valente na disputa do lance.
Numa partida em que “agora atacas tu e depois ataco eu”, o Vitória não deixou de ter o jogo sob controle pese o domínio mais destacado dos bracarenses.
Tiago Margarido tem construída uma estratégia de jogo, um sistema e uma equipa que apenas perde em detalhes, como hoje.
Na segunda vez em que um avançado contrário apareceu à frente do guarda-redes faz um golo bonito e ganha o jogo.
O Braga foi paciente aceitou até a réplica do Vitória na manutenção da igualdade mas estava escrito que um pormenor apenas faria a diferença no resultado.
O Vitória alinhou com: Oliwier Zych, Tony Strata, Thiago Balieiro, Óscar Rivas, João Mendes, Gonçalo Nogueira (Beni Mukendi 61’), Lohann Doucet, Miguel Nogueira (Oumar Camara 61’), Samu Silva (Telmo Arcanjo 83’), Gustavo Silva (Victor Andersson 76’), Alioune Ndoye (Patrick Ouotro 76’).
Amarelos: Óscar Rivas (4’), Tony Strata (53’), Gustavo Silva (74’).
Foto © Vitória SC
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