O presidente da Câmara reconheceu “o papel determinante e essencial que a Polícia Municipal desempenha no dia-a-dia do nosso concelho”.
Nas cerimónias do ‘Dia da Polícia Municipal de Guimarães’ celebradas, em parada, esta manhã, no largo Cónego José Maria Gomes, Ricardo Araújo, disse ter “plena consciência das inúmeras solicitações que vos chegam diariamente, da fiscalização ao estacionamento, até aos pedidos das mais diversas entidades públicas e privadas”.
O trabalho dos agentes da Polícia Municipal (PM), “em vários lugares ao mesmo tempo, a responder a diferentes necessidades, a conciliar urgências, expectativas e responsabilidades”, deve ser do conhecimento dos vimaranenses, pela sua exigência e dedicação.
Sublinhou que “é fundamental para o bom funcionamento da nossa cidade e para a qualidade de vida do nosso território, um trabalho discreto, até pouco visível aos olhos de quem passa, outras vezes visível e nem sempre bem compreendido”.
Destacou a sua missão para que “o espaço público seja respeitado e para que a convivência colectiva seja mais segura, mais organizada e mais equilibrada”.
“Aumentamos em cerca de 25% o efectivo municipal desta polícia.”
Ouviu as preocupações manifestadas pelo comandante daquela força, e referiu que no seu mandato, “aumentamos em cerca de 25% o efectivo municipal desta polícia”, um sinal claro “da valorização do vosso trabalho, da vossa missão e da importância que atribuímos à Polícia Municipal no presente e no futuro”.
A admissão de novos agentes, em 2027, far-se-á “com sentido de responsabilidade, com visão de futuro e com a consciência de que uma cidade mais exigente, mais dinâmica e mais viva precisa também de respostas mais robustas, mais próximas e mais preparadas”.

Articular os serviços da Polícia Municipal com outras forças – PSP e GNR – é atribuir “importância à cooperação”, recíproca e constante, entre as forças de segurança, instaladas no território.
Daniel Oliveira, considerou a participação do presidente da Câmara na cerimónia como “um sinal claro de reconhecimento do trabalho desenvolvido por esta polícia”.
“Ser Polícia Municipal é estar presente quando é preciso. É servir quando nem sempre é reconhecido.”
O comandante da Polícia Municipal disse o que espera de cada um dos agentes: “Aqui espera-se mais do que competência. Espera-se compromisso, integridade, coragem, disciplina e respeito absoluto pela legalidade. Ser Polícia Municipal é estar presente quando é preciso. É servir quando nem sempre é reconhecido” – definiu.
Falou, depois, sobre o serviço que é prestado pela PM: as participações relacionadas com o estacionamento indevido registaram um aumento na ordem dos 700% nos últimos seis anos, as iniciativas junto da comunidade educativa, o apoio ao ‘Programa 65+’ para a população mais vulnerável, uma actuação assente numa lógica de proximidade, prevenção e intervenção no quotidiano da cidade.
Daniel Oliveira acentua que “estes números não são apenas números: são ruas mais pressionadas, são cidadãos que esperam resposta, são problemas reais que exigem presença, rapidez e eficácia. É isso que procuramos garantir todos os dias”.
O agente Nuno Ferreira foi reconhecido pelos 20 anos de dedicação à Polícia Municipal e Edgar Pereira, evocado pela sua entrega antes do falecimento ocorrido por doença grave.
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