Realiza a sua XI edição, em 2026, afirmando-se como “um dos mais relevantes festivais dedicados à criação e experimentação artística no universo da percussão contemporânea em Portugal”.
A organização é da CAISA (Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação), e decorre entre os dias 18 e 23 de Maio, em diferentes espaços culturais de Guimarães e Vila Nova de Famalicão.
“O festival distingue-se também pelo apoio a criadores emergentes e projectos inovadores nas áreas da música contemporânea e das artes performativas.”
“Ao longo de 11 anos de actividade contínua, o PELES tem vindo a consolidar-se como uma plataforma internacional de encontro entre música, performance, movimento e experimentação sonora, promovendo o cruzamento de linguagens artísticas e o diálogo entre artistas nacionais e internacionais. O festival distingue-se também pelo apoio a criadores emergentes e projectos inovadores nas áreas da música contemporânea e das artes performativas” – sustenta Alberto Fernandes, presidente da direcção da CAISA.

Assumindo um forte compromisso com a descentralização cultural, o PELES desenvolve-se num território que articula comunidades de Guimarães e Vila Nova de Famalicão, promovendo o acesso à criação artística em contextos frequentemente afastados dos grandes centros urbanos. Através desta estratégia, o festival contribui activamente para a coesão territorial, reforçando a ligação entre artistas, públicos e estruturas culturais locais.
“O festival integra práticas de responsabilidade ambiental, participação comunitária e valorização do património cultural e natural.”
Acrescenta Alberto Fernandes que “em alinhamento com as orientações europeias para o desenvolvimento cultural sustentável, o festival integra práticas de responsabilidade ambiental, participação comunitária e valorização do património cultural e natural”. E a sua programação privilegia espaços culturais de proximidade e incentiva modelos de produção artística sustentáveis, valorizando recursos locais e reduzindo o impacto ambiental associado à actividade cultural.
O PELES tem outro papel: “O de destacar o potencial criativo dos territórios rurais e peri-urbanos enquanto espaços de inovação cultural, promovendo concertos, residências artísticas, acções formativas e iniciativas de mediação cultural que estimulam novas redes de colaboração entre artistas, instituições e comunidades”.
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