ULSAAVE: primeira Biópsia Mamária feita por Ressonância Magnética

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O serviço de Imagiologia, da ULS do Alto Ave (ULSAAVE), realizou, pela primeira vez, uma biópsia mamária guiada por Ressonância Magnética (RM).

Explica um comunicado, do serviço de comunicação da unidade hospitalar que “o procedimento foi executado pelas médicas radiologistas Catarina Silva e Patrícia Leitão, com o apoio da equipa técnica e de enfermagem, tendo decorrido com sucesso”.

“A introdução desta técnica na ULS do Alto Ave constitui um avanço muito significativo na prestação de cuidados de saúde na região.”

E acrescenta que, “embora já implementada em centros de referência a nível nacional e internacional, a introdução desta técnica na ULS do Alto Ave constitui um avanço muito significativo na prestação de cuidados de saúde na região”.

A inovação é contínua e diversificada no Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães. © Direitos Reservados

A biópsia mamária por ressonância magnética assume particular relevância em situações em que as lesões não são detectáveis através de exames convencionais, como a mamografia ou a ecografia, permitindo um diagnóstico mais precoce e rigoroso.

Esta técnica – lê-se ainda na informação – distingue-se pela sua elevada precisão, possibilitando a localização exacta de áreas suspeitas e a recolha de amostras de tecido de forma minimamente invasiva. Este factor revela-se determinante para a obtenção de um diagnóstico fiável e para a definição atempada do plano terapêutico mais adequado. E afirma a ULS do Alto Ave como uma unidade de referência na área da Senologia, sustentada por uma equipa multidisciplinar que coloca a tecnologia ao serviço das pessoas.

“Representa, igualmente, um passo relevante no reforço da capacidade de resposta da região do Minho na área do diagnóstico e tratamento da patologia mamária.”

“A implementação deste procedimento reflecte o compromisso contínuo da ULS do Alto Ave com a inovação, a diferenciação clínica e a melhoria dos cuidados prestados à população. Representa, igualmente, um passo relevante no reforço da capacidade de resposta da região do Minho na área do diagnóstico e tratamento da patologia mamária” – conclui o comunicado.

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