São 5.829 os inscritos como desempregados no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Março de 2026. O número mais baixo dos últimos 39 meses anteriores.
De facto, só se pode registar um número inferior em Dezembro de 2022 quando existiam 5.729 homens e mulheres sem ocupação.
A economia tem sido o principal responsável pela estabilização e mesmo baixa deste número em que as empresas precisam de mão-de-obra para satisfazer as encomendas das empresas.
Este desempenho global também é um factor de estabilidade social numa sociedade com uma maior componente de cidadãos estrangeiros.
Os homens sem emprego eram 2.464 e as mulheres 3.365 em Março, uma tendência dificilmente alterável. Mais ao menos volátil é o tempo de inscrição com os que há menos tempo (um ano) estão na situação de sem emprego (3.414) e os de longa duração que ultrapassam os 12 meses.
Os que procuram o primeiro emprego são 306 – número que diminui tendencialmente – contra os que procuram o regresso à vida activa 5.523, uma percentagem maior a indicar o mercado de trabalho que quer gente mais nova.
Registam-se igualmente um número de colocação dos serviços de emprego na ordem dos 175 homens e mulheres, mantendo-se em 725 o número dos jovens habilitados com o ensino superior.
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