GUIdance: o palco da dança contemporânea começa com Olga Roriz

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É a 15.ª edição do GUIdance, o festival internacional de dança, que se realiza em Guimarães, na época do Inverno (este mais rigoroso do que outros).

Olga Roriz é a cabeça de cartaz de um elenco de homens e mulheres que se dedicam à dança contemporânea. E que aqui apresentam as suas criações, vindas de vários países: Portugal, Grécia, Inglaterra, Espanha e Canadá. 

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No programa de duas semanas – que hoje começa – há três estreias absolutas e três co-produções nacionais e obras seleccionadas pela rede europeia Aerowaves, fazendo regressar a grandiosidade de presenças passadas (Akram Khan, Marie Chouinard, Olga Roriz, Tânia Carvalho, Joana Von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristovão) e abrindo espaço para a descoberta de outras vozes como Janet Novás e Ermira Goro.

“Esta edição ganha especial significado por se realizar no ano em que Guimarães é Capital Verde Europeia, integrando de forma transversal a relação entre ser humano e natureza e afirmando a dança como ferramenta de consciência ecológica e pensamento crítico, navegando por temas como sustentabilidade, interdependência, tempo e ecologia sensível, convocando a dança como ferramenta de consciência e imaginação colectiva” – salienta um comunicado de A Oficina.

A programação engloba espectáculos, masterclasses, debates, cinema, visitas às escolas (começaram ontem) e encontros com a comunidade, passando por vários espaços vimaranenses como o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Jordão e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

E, por isso, o GUIdance assinala em 2026 a sua 15.ª edição, consolidando-se como um dos festivais de referência da dança contemporânea em Portugal e no contexto internacional. 

O primeiro espectáculo, realiza-se, hoje (21h30), com o regresso de Olga Roriz a Guimarães. Doze anos depois do seu último solo, ‘A Sagração da Primavera’, Olga Roriz regressa ao palco com uma obra profundamente auto-biográfica. ‘O Salvado’ nasce de um confronto íntimo com a memória, o tempo e a reinvenção, interrogando o que permanece depois da perda e da transformação. Um solo marcado pela urgência de existir e pela maturidade de uma das figuras maiores da dança portuguesa.

A relação entre identidade, cultura e expressão colectiva surge, também, em ‘Mercedes máis eu’ dueto de Janet Novás e Mercedes Peón seleccionado pela rede Aerowaves, onde dança e música se fundem num ritual contemporâneo de forte intensidade sensorial e política.

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