Heimtextil: o mundo de sonho do têxtil-lar abriu, hoje, as portas

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É uma espécie de caixa de Pandora porque todos os expositores anseiam por saber quem chega e quem vem aos seus stands. Para as empresas portuguesas – e para as restantes no geral – a palavra mágica destes dias é: clientes!

A ansiedade geral é atender os que se sentem cativados pelos produtos que se expõem às claras, sem receios e medos. Os temas, as cores, os tecidos, a confecção tudo faz parte de um mundo animado qual papel que enfeita uma encomenda.

A Heimtextil é, de facto, um paraíso aberto, povoado de marcas e empresas, empresários e as suas equipas comerciais, a ribalta dos seus produtos. O Éden – jardim e ilha onde todos habitam e procuram encontrar novos clientes para os seus artigos.

As empresas portuguesas estão concentradas na sua grande maioria no hall 5 à frente das empresas turcas que atacam fortemente o mercado com a sua presença – 58 no total – e, onde, esteve o Ministro da Indústria, acompanhado de uma numerosa comitiva masculina, esta manhã.

Há já bastante tempo – sobretudo depois da deslocação da indústria alemã para a zona do Bósforo – que Portugal e Turquia disputam o mesmo mercado de têxtil-lar em qualidade, quantidade, design e inovação.

Esta proximidade com os turcos não agrada às empresas que gostavam de estar um andar acima e no mesmo pavilhão e distantes do seu rival nas exportações.

As empresas portuguesas que são na sua extensa maioria de Guimarães e do território da CIM do Ave esmeram-se nos seus stands, cada vez mais vistos, iluminados, abertos e à mercê de um simples olhar.

Comparativamente com alguns anos mais atrás, as empresas perceberam que a divulgação da sua imagem começa com um bom stand onde se expõe um produto de qualidade como se reconhece ao têxtil-lar português.

Esta é a impressão de uma manhã e de um primeiro dia – dos quatro que vai durar o maior certame mundial da indústria do têxtil-lar – junto do conglomerado da Messe Frankfurt, onde se instala no condado de Hessen, na sede da capital comercial da Alemanha por entre as torres de prédios de onde se avista o Banco Central Europeu.

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