Francisco Assis: apresenta o PS de Guimarães como “modelo de vida partidária e democrática”

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Francisco Assis, presidente do Conselho Económico e Social e destacado quadro do PS, foi o mais recente convidado da Conferência Permanente de Política Democrática, tendo animado o debate na sede do PS de Guimarães no passado Sábado, debruçando-se sobre a pergunta Para que serve a política?.

Numa conferência-debate moderada por Carlos Pinto, Francisco Assis defendeu que para além da representação política institucional, o país, o PS e os partidos em geral, precisam cada vez mais de espaços de deliberação e participação política capazes de empoderar os membros dos partidos e dos cidadãos em geral, com vista a uma democracia viva, em que o conflito saiba conviver com os acordos institucionais e o consenso social.

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Manifestando-se atento aos mais diversos problemas e conflitos da sociedade portuguesa, defendeu que o PS, enquanto partido charneira do sistema político português, deve uma atenção especial à participação política dos jovens e dos cidadãos. Mostrou-se preocupado com lógicas de acção política puramente instrumentais que, no limite, afastam os jovens mais qualificados e os cidadãos mais activos da vida partidária.

“Os partidos devem aumentar a liberdade dos cidadãos e dos militantes e não diminuí-la.”

“Os partidos devem aumentar a liberdade dos cidadãos e dos militantes e não diminuí-la”, defendeu o político, dando como exemplo de uma vida democrática credibilizadora da política e dos partidos o próprio espaço de debate político em que se encontrava, dizendo que a secção do PS de Guimarães é “um exemplo de como a política e os partidos devem funcionar”.

O presidente do PS de Guimarães, Ricardo Costa, encerrou a sessão agradecendo a Francisco Assis a presença e deu conta que é objectivo do PS de Guimarães “continuar o trabalho de auscultação e abertura à cidadania e aos militantes, contando com todos para o reforço de um PS cada vez mais em forma e qualificado, visando construir 2025”. “Só ouvindo todos, debatendo com todos, abrindo a vida partidária a todos, poderão os partidos políticos credibilizar-se e assim reforçar a democracia local e nacional”, concluiu.

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