Estará patente até ao final de 2026. E trata-se de uma pequena exposição intitulada ‘Romanização do quotidiano. Escavações na encosta nascente 2018-2022’.
Centra-se nas escavações realizadas nestes três anos, que incidiram sobre um único conjunto doméstico da Citânia de Briteiros, a pequena mostra divulga os resultados e os achados identificados numa casa do século I, habitada por uma família de camponeses locais.

“Também se identificam os diferentes espaços funcionais deste edifício, desde os compartimentos onde se comia e dormia, até às zonas de trabalho e armazenamento.”
“Além da evolução desta casa romana, que veio suceder a uma mais antiga, da Idade do Ferro, também se identificam os diferentes espaços funcionais deste edifício, desde os compartimentos onde se comia e dormia, até às zonas de trabalho e armazenamento, passando pelo espaço onde a família expunha os objectos e símbolos de protecção espiritual e onde honrava os seus deuses” – informa a Sociedade Martins Sarmento, em comunicado.
As mudanças ocorridas com a romanização, no dia-a-dia de uma família indígena. O que mudou e o que se manteve, com a presença romana na região. Tudo isto será exibido nesta exposição.
A pequena instalação pode ser observada até Dezembro, no Museu da Cultura Castreja, em São Salvador de Briteiros.
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