Teresa Costa
Licenciada em RIEP - Relações Internacionais Económicas e Políticas, pela UM. Business Director da Escola de Línguas "Fun Languages-Guimarães", Centro Autorizado de Preparação para exames de Cambridge, Centro Certificado pela DGERT como entidade formadora no Ensino de Línguas Estrangeiras segundo os níveis definidos pelo Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR) e Língua e Literatura Materna (Português para estrangeiros).

Continuar? Não, obrigado.

Insistir em percorrer um caminho quando já sabemos que não nos leva ao destino pretendido, é incompreensível e uma perda de tempo.

“Tudo na vida é feito de mudanças”, e é isso que nos faz avançar. Este princípio vital rege a natureza, os indivíduos e as sociedades, porque da água estagnada apenas pode surgir podridão.

Na vida política democrática, o ato e o tempo de mudança são as eleições. É com e nesse ato que decidimos se continuamos a alimentar a apatia e a fraqueza ou, ao invés, optamos por uma verdadeira dinâmica coletiva; se decidimos arrastar os pés por um trilho sem saída, ou tomamos um atalho para apanharmos um novo caminho que nos faz avançar.

É dia de deixarmos para trás o velho, sinuoso e fraco caminho rosa de 32 anos de promessas nunca cumpridas que, comprovadamente, não nos levou a lado algum.

No próximo Domingo, é dia de deixarmos para trás o velho, sinuoso e fraco caminho rosa de 32 anos de promessas nunca cumpridas que, comprovadamente, não nos levou a lado algum, a não ser ao marasmo e à estagnação.

No próximo Domingo, há dois caminhos que podemos tomar, e que correspondem a dois sentidos e direções diversas: um, vestido de rosa velho, gasto e com saída para o abismo; outro com a roupagem nova da mudança, com Nova Energia Para Guimarães, apontado na direção de um futuro em que o município e as gentes de Guimarães respirem e vivam melhor.

Se os vimaranenses pretenderem ficar reféns nas águas estagnadas e na teia rosa que nos levou à perda drástica de população e à “emigração” dos jovens; que os impedem de ter acesso fácil a creches e aos cuidados na velhice; que fechou os olhos, os ouvidos e a boca à perda da capacidade exportadora do Município; que permaneceu imóvel perante a necessidade trágica de renovação do tecido empresarial, de captação de novos negócios e à deslocação de empresas; que insiste em não dotar os munícipes das periferias de meios de transporte; que não tem um plano estratégico para a mobilidade e se contenta em observar desde o Convento de Santa Clara o trânsito caótico e diário que massacra os vimaranenses; que projeta desnivelamentos de vias sem critério obrigando a sucessivas correções e gastos públicos; que não teve/ tem coragem para dar um só passo na retirada de automóveis do centro histórico e devolvê-lo às pessoas, então terão de votar no “continuar”.

Se, pelo contrário, pretenderem avançar, progredir, viver melhor, terão de se comprometer com políticas novas direcionadas para a melhoria da qualidade de vida e para o bem-estar dos munícipes, terão de tomar rapidamente o atalho para Juntos por Guimarães.

Uma coisa é segura, “continuar” no caminho do PS não nos levará à direção certa.

Por isso, “continuar”? Não, obrigada. Pelo nosso futuro!

© 2021 Guimarães, agora!


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1 COMENTÁRIO

  1. Teresa já reparou, que esta presente Camara defende com unhas e dentes, e acho mto bem, um caminho mais sustentavel do nosso Burgo, e coloca para publicidade diaria do seu partido uma carrinha pao de forma a gastar 20L aos 100, aonde está a coerencia? os eletricos são para inglês ver. Enfim……

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