Casfig: concelho de gestão quer alinhar estratégia da habitação com as necessidades das famílias

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Com o objectivo de ouvir directamente os vimaranenses, identificar problemas concretos e alinhar a estratégia municipal de habitação com as necessidades reais das famílias, foi a intenção do conselho de gestão da Casfig – Coordenação de Âmbito Social e Financeiro das Habitações do Município de Guimarães, composta por Eduardo Fernandes (presidente), André Sousa Casalta e Ana Sofia Silva (vogais), na visita feita ao parque habitacional.

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A nova direcção da Casfig assume como prioridades a execução do programa ‘1.º Direito’, com investimento dirigido à criação de mais habitações e a recuperação de uma parte significativa do parque habitacional existente, garantindo melhores condições de conforto, segurança e dignidade. Em paralelo, a empresa municipal será um instrumento central na Estratégia Local de Habitação e na conclusão da Carta Municipal de Habitação, que passarão de um diagnóstico de carências a um verdadeiro plano de acção, com soluções a custos controlados e respostas estáveis no tempo.

“Espera-se um reforço muito significativo das verbas destinadas à Casfig, permitindo à empresa municipal alargar a sua capacidade de intervenção.”

“O Plano e Orçamento Municipal para 2026, no valor global aproximado de 220,4 milhões de euros, consagra cerca de 131,6 milhões de euros a investimento. Neste quadro, espera-se um reforço muito significativo das verbas destinadas à Casfig, permitindo à empresa municipal alargar a sua capacidade de intervenção na promoção e gestão do património habitacional e na resposta a situações de maior vulnerabilidade” – revela Eduardo Fernandes.

Novo conselho de gestão apostado em mudar o paradigma da habitação em Guimarães. © Direitos Reservados

Este esforço financeiro é complementado por programas como o ‘Acessibilidades 360º’, focado na adaptação e melhoria de casas de agregados em situação de comprovada carência económica.

Deste modo, o Município de Guimarães e a Casfig articulam-se para que “o investimento previsto para 2026 se traduza numa melhoria concreta da qualidade de vida, aproximando a política de habitação do quotidiano das pessoas e afirmando a habitação como um direito básico e um pilar central da coesão social no concelho”.

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