Arvoredo: abate de dois exemplares no jardim da Alameda de São Dâmaso

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É uma intervenção urgente que prevê o abate de dois exemplares de Prunus avium (cerejeira-brava) de pequeno porte e um exemplar de Cedrus deodara (cedro-dos-Himalaias), por motivos de segurança pública.

A decisão resulta da monitorização técnica e científica efectuada pelo gabinete de Gestão de Arvoredo do Laboratório da Paisagem, consta do relatório técnico que sustenta esta decisão está disponível aqui, para consulta pública.

A intervenção ocorre no Sábado (dia 19 de Julho), de manhã, depois de uma “avaliação especializada em que foi detectada a presença de dois exemplares mortos da espécie Prunus avium (cerejeira-brava), cuja remoção se revela necessária para garantir a segurança de pessoas e bens. A substituição destas árvores está já prevista para o próximo período ideal de plantação, entre Novembro e Fevereiro” – revela uma nota de imprensa da Câmara Municipal.

Abate de árvores na Alameda segue procedimentos de normas técnicas. © GA!

Adicionalmente, foi identificado um exemplar da espécie Cedrus deodara (cedro-dos-Himalaias), com sinais evidentes de fragilidade estrutural. Com recurso a equipamentos especializados, nomeadamente o resistógrafo, concluiu-se que esta árvore representa um risco elevado de queda. Dado a sua localização, numa área de circulação pedonal e rodoviária, no jardim da Alameda, o risco associado à sua permanência é elevado.

Perante esta situação, o Município de Guimarães irá proceder ao abate do exemplar, numa acção preventiva orientada para a segurança pública, mitigando a possibilidade de acidentes.

O Município de Guimarães esclarece que qualquer intervenção desta natureza é sempre fundamentada em pareceres técnicos e científicos rigorosos, e integrada numa estratégia de gestão sustentável do arvoredo urbano. Todas as acções de remoção são acompanhadas por planos de replantação, assegurando a reposição dos valores ecológicos, paisagísticos e ambientais.

“A autarquia reforça o seu compromisso com a preservação do património natural através de uma política ambiental, que reconhece as árvores como elementos fundamentais para a qualidade de vida urbana, a biodiversidade e o combate às alterações climáticas” – conclui a nota.

© 2025 Guimarães, agora!


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