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Segunda-feira, Junho 24, 2024

UMinho: oportunidades para engenheiros industriais à vista

Mais de uma centena de alunos que se encontram a finalizar o curso de Engenharia Industrial defrontaram-se com cerca de 21 empresas que se mostraram receptivas a ouvi-los e ou a integrá-los nos seus quadros.


“A Engenharia Industrial dá ao graduado uma formação transversal”, afirma Paulo Sampaio, director do curso, que se desenvolve na Escola de Engenharia, em Guimarães.

São estes alunos, já em fim de curso, que podem “ajudar as empresas numa melhoria das suas organizações”. Antes o curso era denominado como de Engenharia de Produção e só em 2002 alterou a sua designação actual.

Há cerca de 500 alunos a frequentar o curso de Engenharia Industrial, com a duração de cinco anos. Paulo Sampaio sustenta que “os números da empregabilidade, são simpáticos, porque se vive uma fase positiva do mercado de trabalho”.

Várias empresas instalaram-se no campus, por uma tarde. E algumas delas, já habituadas a participar nestas iniciativas, em várias universidades, sublinharam a participação e interesse dos alunos neste primeiro encontro com a realidade do pós-licenciatura.

A Eléctrica, Valérius Têxteis, ETMA Metal Parts, Brunswick Marine – Emea Operations, J. António da Silva, EDP, Gestamp Cerveira, Metalúrgica Central da Trofa, Fravizel, Leroy Merlin, Savana Calçados, Polisport Plásticos, Lidergraf Sustainable Printing, Kaizen Institute, Bi-Silque, Medwide, Lameirinho, International Business Group, Sodecia Powertrain, Bosch Car Multimedia e Efacec, ofereceram um mosaico empresarial de bom nome.

“Ajudar o aluno no seu objectivo de querer iniciar a sua carreira profissional.”

A Lameirinho foi a única empresa de Guimarães presente nesta feira. Paulo Carvalho, director de Recursos Humanos, recorda que “a disponibilidade para ouvir alunos é permanente”. Explica que a ideia não é só colaborar com a Universidade mas sempre “ajudar o aluno no seu objectivo de querer iniciar a sua carreira profissional”.

Este “ouvir” da Lameirinho pressupõe “uma atenção que nos permite avaliar potenciais candidaturas na empresa, no final dos cursos e depois nos estágios, não apenas para a função que o candidato pretende mas para outras que a empresa tenha necessidade”.

Paulo Carvalho dá conta de vários licenciados que fizeram estágio na empresa e por aí continuam, também porque o curso em Engenharia e Gestão Industrial engloba formação variada que pode interessar à empresa. 

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