O presidente da Câmara garantiu que até 31 de Agosto, as obras atingirão a meta dos 90% de concretização, o que as coloca no patamar necessário para não perder o financiamento já atribuído.
Recorde-se que a empreitada terá um custo de cerca de 18 milhões de euros e o PRR comparticipará com oito milhões. Ou seja, o esforço do orçamento municipal rondará os cerca de 10 milhões de euros.
“Esta era uma das grandes preocupações, quando assumi as funções de presidente da Câmara.”
Ricardo Araújo salientou que “esta era uma das grandes preocupações, quando assumi as funções de presidente da Câmara”, pois, era claro e “elevado o risco de incumprimento que havia e que penalizaria o Município”. Acrescentou “o complexo contexto jurídico-administrativo da empreitada”, que se registava no momento em que assumia funções, do qual resultou a paragem e suspensão da obra.
Na visita que fez, ontem, já depois do meio-dia às Residências Universitárias, o presidente da Câmara mostrou-se confiante que a execução da obra atingirá a meta definida pelo PRR.

Percorrendo os andares do edifício, foi tomando nota do estado da arte, da qualidade construtiva das residências – sobretudo do âmbito da sustentabilidade onde tem a classificação mais alta – A1 – em eficiência energética.
“Um investimento muito importante e relevante para Guimarães.”
Considerou que as Residências Universitárias são “um investimento muito importante e relevante para Guimarães” e, por isso, agradeceu a todos os que se envolveram na concretização da empreitada – serviços municipais, construtor, técnicos – de modo a cumprir com as exigências e o calendário do PRR.
Garantida a execução, o presidente da Câmara não quis adiantar qualquer data para a inauguração e para a entrada do primeiro estudante naquele alojamento colectivo que apoiará o eco-sistema de ensino superior que existe em Guimarães.
Agora – e satisfeito – com o decorrer dos trabalhos de uma infra-estrutura com dimensão concelhia que quando estiver pronta será a casa de investigadores, uma plataforma de apoio à investigação e desenvolvimento que lhe está associada, uma vez que se destina a estudantes de licenciatura, de mestrados e doutoramentos, formação avançada e executiva dos que possam precisar de acolhimento residencial.
A ocupação das Residências Universitárias terá um modelo de gestão a ser definido pela Câmara até Outubro.
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