A maior festa no coração da cidade: ‘Guimarães Veste Branco’ para se tornar dinâmica

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Tem o espírito e a ambição de ser “a maior festa no coração da cidade”, espalhada por diversos palcos: “Uma praça para rir, dançar e ficar” no largo Condessa do Juncal; um centro histórico animado por música, na praça de São Tiago; uma rua – de Santo António – onde se fazem novas experiências de animação, de encontro e permanência, tentando evidenciar que no horizonte há ali um espaço para ter outra atracção comercial.

Neste perímetro de animação urbana, encontra-se “uma cidade que abre portas”: ao Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, à Biblioteca Raúl Brandão, à Loja Oficina, ao Centro Internacional das Artes José de Guimarães, ao Museu de Alberto Sampaio, à Sociedade Martins Sarmento, num encadeamento múltiplo, juntando a folia da noite ao espaço de cultura e de conhecimento.

“Fortalecer a programação do espaço público, envolvendo instituições culturais e o comércio.”

O presidente da Câmara, apresentou o evento como mais uma promessa eleitoral que cumpre, enquadrada numa estratégia de tornar o centro da cidade “vibrante, dinâmico e aberto a várias iniciativas”. Um caminho para “fortalecer a programação do espaço público, envolvendo instituições culturais e o comércio”.

‘Guimarães Veste Branco’ nasce como o regresso de uma grande noite de encontro na cidade, mas com uma nova identidade. © Direitos Reservados

A outro nível, o ‘Guimarães Veste Branco’ evidencia a qualidade de “artistas locais”, confrontados com outros nacionais, num diálogo musical apetecível, e num evento que aposta na multi-culturalidade – pela presença de públicos diversos – ao jeito de um festival para todos.

A preocupação “com a tranquilidade pública e o direito ao descanso” – diz Ricardo Araújo que está assegurada, pelo “equilíbrio da programação, estendida por diversos espaços e praças da cidade”, não deixando dinamizar o centro citadino.

Justifica, o presidente da Câmara que “isto só acontece porque estamos a fazer o maior investimento cultural, de sempre, no território” sem deixar de garantir os apoios normais à produção cultural que se reforça com dois grandes eventos: o ‘MIMO Festival’ e o ‘Guimarães Veste Branco’.

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