Terminam, hoje, os dois dias da ‘Feira de Formação, Educação e Emprego’ que o Município de Guimarães promove anualmente. Aos jovens do 9.º ao 12.º ano, foram mostradas as oportunidades de prosseguimento de estudos e as vias para um ensino superior ou profissionalizante.
O que foi Ricardo Araújo dizer ao pavilhão Multiusos, sobre a iniciativa, na manhã de ontem? Primeiro, reconhecer “a importância que a Câmara Municipal atribui à juventude”. E depois para falar do futuro de Guimarães na educação e ensino, na criação de talento, na qualificação de milhares de jovens com os quais se pretende construir Guimarães “uma cidade com futuro, uma cidade para todos”.
Reitera desejar Guimarães, de novo, como um concelho atractivo para os jovens. “Nós, nos últimos anos, nas últimas décadas, infelizmente, perdemos jovens” – salienta.
“Nós queremos que Guimarães volte a ser um concelho atractivo para os jovens aqui viverem, para aqui poderem trabalhar.”
E insiste: “Perdemos população e perdemos jovens. E nós queremos inverter este ciclo. Nós queremos que Guimarães volte a ser um concelho atractivo para os jovens aqui viverem, para aqui poderem trabalhar, aqui poderem encontrar as suas opções de futuro e aqui poderem estudar também”. Uma ambição que decorre do facto de Guimarães não ser apenas “uma cidade com uma grande história, com uma grande tradição, um grande património” que “deve obrigar, a termos ambição no futuro”.
Mas não basta ambicionar, o presidente da Câmara entende que “sendo consequentes com esse objectivo, temos estado a preparar um conjunto de iniciativas em que se enquadra este primeiro mês da juventude”, em consequência “deste objectivo claro que determinamos”.
Sobre a iniciativa disse que “o que nós temos aqui, é mesmo oportunidade sobre o futuro”, adiantando que o objectivo “é ajudar de alguma forma os nossos jovens, com as instituições todas que aqui estão presentes”.
“Diversificar o seu tecido empresarial, para que estas oportunidades de emprego possam aparecer, reforçar, e criar oportunidades de emprego com qualidade.”
Regista que “há uma panóplia de oportunidades para que os jovens possam prosseguir nos seus estudos”, tirando partido da envolvente em torno da universidade – e dos seus centros de conhecimento – do instituto politécnico mantendo com todos uma relação muito estreita. E que “nós queremos aprofundar, porque precisamente Guimarães, que tem sectores tradicionais da indústria, em que nos afirmamos ao longo dos anos, como é o caso do têxtil, do calçado, das cutelarias”. Mas tem também que “diversificar o seu tecido empresarial, para que estas oportunidades de emprego possam aparecer, reforçar, e criar oportunidades de emprego com qualidade, com boas remunerações”.
Dar oportunidade de os jovens encontrarem e escolherem Guimarães para o seu futuro é uma meta. Por isso, Ricardo Araújo considera que “os problemas da habitação, as oportunidades de formação, de educação, de topo, contribuem para que os jovens se fixem em Guimarães e aqui construam as suas perspectivas de futuro”. E tenham as oportunidades de emprego que ajudem a essa fixação.
Transformar Guimarães “de berço da nação, para berço da inovação”, é um trabalho para juntar a universidade, com o politécnico, com os centros de conhecimento e laboratórios, de modo a afirmar como uma cidade de futuro, com tecnologias, com apostas do ponto de vista empresarial, económico e de emprego, de valor acrescentado e elevado, e que possam ser atractivas para fixar os jovens. “No fundo, esta feira é uma mostra de muitas dessas oportunidades” – justificou.
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