Apesar do remate ao poste de Landerson Araujo (53’) a história do jogo não revelou mais episódios como sinais de que o Moreirense podia ser mais competitivo no estádio do Dragão como já chegou a ser, em outras épocas.
Daí que o jogo teve um só sentido, para além da mudança de campo, ao intervalo: um domínio e controle da partida pelo Futebol Clube do Porto. E os três golos (Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e William Gomes) são o reflexo e espelho dessa vantagem, visível durante os 90 minutos.
E que, de algum modo, explicam o andamento da partida, a velocidade e o ritmo imprimido pelo Porto que soube como vencer sem se empenhar em excesso na busca desse triunfo.
As diferenças entre as duas equipas foram aceites pelos treinadores, tal como o resultado. O Porto só queria ganhar para manter a ‘luz acesa’ no caminho que o há-de levar ao título nacional.
O Moreirense alinhou com: André Ferreira, Diogo Travassos, Gilberto Batista, Maracás, Francisco Domingues, Rodrigo Alonso (Miguel Silva 87’), Mateja Stjepanović, Afonso Assis (Jimi Gower 66’), Kiko Bondoso (Kevyn Souza 87’), Landerson Araujo (Nile John 73’), Alan.
Amarelos: Miguel Silva (94’).
Foto © Moreirense FC
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