Dois Minutos para os Direitos Humanos

Data:

  • ANGOLA:

Uma nova investigação da Amnistia Internacional identificou que o programa informático Predator foi utilizado em 2024 para vigiar Teixeira Cândido, um jornalista angolano, ativista da liberdade de imprensa, jurista e ex-secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos. O Predator é um spyware altamente invasivo destinado a telemóveis, desenvolvido e vendido pela Intellexa, uma empresa mercenária de spyware, para ser utilizado por governos em operações de vigilância. Esta foi a primeira confirmação forense da sua utilização em Angola.

  • RÚSSIA:

Dois anos após a morte de Alexei Navalny, opositor do presidente russo Vlamidir Putin, as autoridades russas continuam a encobrir factos da sua morte, enquanto travam uma campanha implacável para apagar o seu legado e perseguir os seus apoiantes. “As últimas revelações que indicam que Navalny foi morto pela substância altamente tóxica epibatidina mostram que as tentativas de ocultar as circunstâncias da sua morte falharam”, disse Agnès Callamard, secretária-geral da Amnistia Internacional.

  • PALESTINA:

Em resposta aos apelos de ministros de França e República Checa para que a relatora especial da ONU para o Território Palestiniano Ocupado, Francesca Albanese, renuncie ao cargo, a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, defendeu que “é repreensível que ministros da Áustria, República Checa, França, Alemanha e Itália tenham atacado Francesca Albanese com base num vídeo deliberadamente truncado para deturpar e interpretar erroneamente as suas mensagens – como fica claro ao assistir ao seu discurso original”.

  • UNIÃO EUROPEIA:

A Amnistia Internacional defendeu que o 10 de fevereiro foi “um dia muito sombrio para os direitos humanos na União Europeia (UE)”, depois do Parlamento Europeu ter votado alterações às regras de asilo da UE, que minam os fundamentos da proteção aos refugiados.

  • IRÃO:

Um Tribunal Revolucionário condenou a defensora dos direitos humanos Narges Mohammadi pelo seu ativismo, após um julgamento extremamente injusto, e sentenciou-a a sete anos e meio de prisão e outras sanções. As autoridades iranianas devem libertar imediata e incondicionalmente Narges Mohammadi e proporcionar os cuidados de saúde especializados de que a defensora dos direitos humanos necessita.

Foto © Colin Foo

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