De visita ao Estoril Praia (Sábado pelas 20h30), o Vitória Sport Clube fará tudo para manter a toada demonstrada na última jornada, diante do FC Porto, carregando a fundo no ataque e somente em busca dos três pontos.
O treinador confia que a sua equipa pode render mais por causa do desempenho demonstrado no último ciclo de jogos com equipas mais cimeiras na classificação da Liga Portugal.
Recordando a exibição com o FC Porto e o resultado ingrato que dela resultou, Luís Pinto registou o crescimento colectivo e a repetição de “uma nova exibição segura e com pendor ofensivo, sempre de olhos postos na baliza do adversário”. E lembra o “patamar altíssimo” esperando que o próximo compromisso com o Estoril diga “se isto já se tornou numa identidade nossa, da nossa forma de estar em campo e um ponto de crescimento” que agora será avaliado.
Tendo em conta o nível que a equipa soube impôr nos últimos jogos é natural que a questão da subida na classificação rumo a um lugar europeu se coloque. Mas o técnico prefere falar apenas “do jogo seguinte”, um realismo que o deixa longe da máquina de calcular e das hipóteses de conquista dos pontos necessários para marcar presença nas competições da UEFA.
É esse olhar sobre a competitividade da Liga Portugal que o deixa longe de tentar adivinhar como será o futuro do Vitória.
Explica: “Se fizermos contas, acabaremos por nos desfocar do mais importante, que é a nossa forma de estar em campo de trabalhar sempre com o objectivo de ganhar”.
“A luta vai ser sempre muito renhida entre as equipas que estão abaixo dos três primeiros classificados.”
E mostra qual é a sua ambição: “Queremos competir e vencer, olhando para todos os jogos da mesma forma. A luta vai ser sempre muito renhida entre as equipas que estão abaixo dos três primeiros classificados”.
Sobre o Estoril que ganhou por muitos (5-0) ao Estrela da Amadora, o treinador vitoriano não a desvaloriza. “É muito capaz” – ajuíza. Reconhece, todavia, que “o seu processo ofensivo causa muitos problemas aos adversários”, lembrando que “a jogar no Dragão, foi a equipa que causou mais dificuldades ao FC Porto neste campeonato”.
Sobre a capacidade goleadora do adversário superior, em dobro, ao Vitória, afirma que “não digo que isso nos assuste, é um dado que preferia que estivesse do nosso lado”, desejando continuar a trabalhar para concretizar as oportunidades que a equipa constrói.
Sem Beni Mukendi, suspenso por acumulação de amarelos, Luís Pinto admite que a ausência “tem o seu peso, mas temos opções mais do que preparadas para compensar a baixa”. Diogo Sousa, Matija Mitrović e Gonçalo Nogueira são as opções.
Luís Pinto não deixou de elogiar Tony Strata. E destaca-o com “o à vontade a competir, seja qual for o contexto”.
Foto © Vitória SC
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