Moreirense: um verdadeiro ‘caçador’ de dragões e leões

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Depois de ter eliminado o FC Porto na Taça de Portugal, a equipa de César Peixoto derrotou o Sporting. Um contributo para a competitividade do futebol português que anula a vantagem do Sporting (do tempo de Rúben Amorim) e reúne mais de uma equipa nos primeiros lugares.

O triunfo do Moreirense foi, hoje, uma ‘fotocópia’ do jogo com os portistas: começou a perder e deu a volta ao jogo, terminando com o mesmo resultado 2-1.

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Há que reconhecer que neste jogo, o Moreirense actuou de forma mais consistente, organizada, com os jogadores devotados à partida e com vontade de ganhar.

O Sporting foi uma equipa de fogachos e na primeira parte jogou sem ambição. O golo foi marcado de grande penalidade por Viktor Gyökeres (12’). Só na segunda parte houve mais pressão sobre a defesa adversária com dois remates à barra.

O Moreirense não abalou e com serenidade chegou à igualdade, sete minutos depois. O golo de Dinis Pinto (19’) foi de uma extraordinária execução: num livre, Alan coloca a bola dentro da área, Dinis saiu do aglomerado de jogadores das duas equipas em direcção ao esférico e surpreendeu toda a gente com um golpe de cabeça.

A equipa jogava tranquilamente e fez mesmo o 2-1 ainda na primeira parte. Foi um golo de boa execução mas incrédulo. Guilherme Schettine (35’) conseguiu rematar num lançamento lateral em que bola foi atirada para a sua defesa. E fez um remate, de primeira, colocando-a dentro da baliza para espanto de todos.

Depois, o Moreirense segurou a vantagem nunca deixando de surpreender a intermediária dos leões. E na defesa mostrava-se um Kewin Silva seguro, a negar o golo e a anular as jogadas de maior perigo.

O Sporting deu a ideia de ser uma equipa sem rumo – órfã de um treinador que lhe deu ambição e que agora deixou o clube. Até parecia que era Rúben Amorim quem jogava…

César Peixoto destacou a alma da equipa, num jogo difícil que “mais uma vez conseguiu virar o resultado”. Disse ainda que os 20 pontos conquistados, o triunfo com o Sporting não são obra de ninguém em particular mas fruto do grande “espírito de equipa” que faz do Moreirense um ‘caçador’ de dragões e de leões.

O Moreirense alinhou com: Kewin Silva, Dinis Pinto (Fabiano 64’), Marcelo, Maracás, Frimpong, Sidnei Tavares, Rúben Ismael, Madson Monteiro (Gabriel de Souza 65’), Benny (Ponck 64’), Alan (Antonisse 77’), Guilherme Schettine (Nlavo Asué 71’).

Amarelos: Marcelo (9’), Rúben Ismael (81’), Kewin Silva (86’).

Golos: Dinis Pinto (19’), Guilherme Schettine (35’).

Foto © Moreirense FC

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