Viriato Sampaio e seus pares de lista evidenciaram, à última hora, um conjunto de questões que, aparentemente, não se colocaram em nenhuma das sete mesas onde os sócios puderam votar, incluindo os que votaram por correspondência.
Ontem, ao fim da tarde, numa conferência de imprensa, a lista C não colocando em causa o processo que decorreu no pavilhão Unidade Vimaranense, recorreu ao voto de correspondência de alguns sócios para justificar uma recontagem de votos, tentando sustentar que há mais do que os 33 votos entregues pelos CTT. A “prova” é uma alegada participação manifestada mas não confirmada de “intenções” de votarem por não estarem perto da urna de voto.
Agora, mais de 24 horas depois do fecho das urnas, a lista C quer um esclarecimento sobre “quantos solicitaram o exercício do voto por correspondência; quantos boletins de voto foram enviados a esses sócios; e quantos foram recebido até ao início da votação”.
E quer saber o número de votos expedidos até ao dia 11 de Junho e que eventualmente possam chegar, ainda, hoje.
Assim, “caso se demonstre que, pelo menos, dois sócios do Vitória manifestaram interesse em votar por correspondência e que o clube não procedeu ao envio dos respectivos boletins de voto; caso se demonstre que o Vitória não levantou pelo menos dois boletins de voto enviados por sócios; e caso se demonstre que, pelo menos, dois boletins de voto cheguem ao Vitória até amanhã (hoje, Segunda-feira)”, Viriato Sampaio e os seus pares de lista afirmam que “restará ao conselho de jurisdição declarar a nulidade do acto eleitoral e, em consequência, determinar a sua repetição, atenta a violação de formalidades essenciais susceptíveis de influenciar o resultado da eleição”.
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