Foi a Alvalade jogar com a equipa que tem o melhor ataque (82 golos marcados) e a terceira defesa (23) menos batida da Liga Portugal.
Neste contexto qualquer audácia desprevenida só podia resultar em goleada. Não havia argumentos para sustentar um bom resultado – a não ser a boa sorte de uns e má sorte de outros. Porque futebolisticamente outras ambições – contra uma equipa que ainda quer chegar ao segundo lugar – são mesmo sonhadoras.
Fica por saber qual o efeito da goleada, porventura a maior da época, e a lembrar confrontos entre Sporting e Vitória de outros tempos.
Sim, era natural haver oportunidades para não deixar desnivelar o resultado. Mas à equipa vitoriana voltou a faltar-lhe a eficácia e falhou nos momentos cruciais.
O Sporting jogou ao seu estilo: aproveitou o espaço enorme que havia entre Charles Silva e a defesa e investiu em correr até à área e marcar de forma implacável.
Ninguém contava com surpresas – impossíveis nesta fase da prova quando o Sporting ainda quer ser o vice-campeão e o Vitória procura acabar com dignidade uma campanha que tem um título pelo meio e uma prestação no campeonato que os golos marcados e sofridos explicam bem.
Os 39 golos marcados e os 48 sofridos não são próprios de um clube mais pró-europeu do que o Moreirense com quem partilha o número de pontos, as vitórias, os empates e as derrotas e tem um coeficiente de 37-47.
O Vitória alinhou com: Charles Silva, Tony Strata, Thiago Balieiro, Óscar Rivas, João Miguel Mendes, Beni Mukendi, Diogo Sousa (Gonçalo Nogueira 45’), Miguel Nogueira (Oumar Camara 62’), Samu Silva (Fabio Blanco 85’), Noah Saviolo (Telmo Arcanjo 79’), Gustavo Silva (Alioune Ndoye 62’).
Amarelos: Diogo Sousa (7’), Thiago Balieiro (60’).
Golos: Zeno Debast (84’) auto golo.
Foto © Vitória SC
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