Uma Casa Para Todos: escola D. Afonso Henriques é pilar de multi-culturalidade e inclusão

Data:

É uma (boa) prática num mundo fragmentado por raças e religiões. O agrupamento de escolas D. Afonso Henriques deu mais um sinal de que “a multi-culturalidade e inclusão” são pilares do seu projecto educativo.

Uma exposição de casas feitas pelos alunos das várias nacionalidades das várias EB1/JI, 2.º e 3.º ciclos, com a colaboração das famílias e professores, “representa a forma especial como este agrupamento acolhe todos os alunos migrantes que escolheram esta escola para viver”.

Publicidade

Explica, Sérgio Silva, professor que o facto de todas as casas “terem a mesma base representa os mesmos direitos e deveres de todos, numa mesma base humana”. E acrescenta que “a sua diversidade representa a cultura, os costumes, a identidade de cada um. Todas juntas formam uma riqueza pintada com as cores vivas e únicas que transformam as salas de aula em espaços de partilha e respeito”.

“A inclusão não se faz apenas integrando quem chega, mas ensinando toda a comunidade a conviver e a crescer em conjunto.”

Com ‘Uma Casa Para Todos’ o agrupamento D. Afonso Henriques prova que “a diversidade é uma oportunidade pedagógica, onde a inclusão não se faz apenas integrando quem chega, mas ensinando toda a comunidade a conviver e a crescer em conjunto. Não é um caminho fácil, mas construído diariamente com sucesso e envolvimento de toda a comunidade educativa, o valor maior deste agrupamento de escolas de referência na cidade de Guimarães” – salienta a escola.

Publicidade

© 2026 Guimarães, agora!


Partilhe a sua opinião nos comentários em baixo!

Siga-nos no FacebookX e LinkedIn.
Quer falar connosco? Envie um email para geral@guimaraesagora.pt.

Partilhe este Artigo:

Subscreva Newsletter:

Últimas Notícias:

Relacionadas:
Notícias

Feira Afonsina: quatro dias de festa para celebrar ‘A Afirmação do Infante’

Pretende retratar o medievalismo de outrora mas a 'Feira...

Retiro: comunidade ocupa largo com festival e encontro de moradores

É um festival sui generis por se realizar no coração...

Ronda da Lapinha: olhar de Tânia Dinis dá força a imagens captadas em 2012

Com base em imagens captadas no ano da Capital...

Marcha Gualteriana: um apelo à participação quando “a magia começa a ganhar cor”

“Estamos a recrutar braços e talento para várias áreas”...